<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>2easyportugal</title><description>2easyportugal</description><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/2easyblog</link><item><title>Escassez de oferta está a marcar o arrendamento</title><description><![CDATA["Desequilíbrio. Esta é a palavra que melhor define aquilo que se está a passar no mercado de arrendamento em Portugal, segundo a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). O desajuste entre a oferta e a procura continua a ser uma das características deste segmento e que tenderá acentuar os problemas habitacionais do país. A oferta é escassa e, quando surge, rapidamente desaparece.“Não é de agora que se registam estes desequilíbrios entre oferta e<img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_0fa085151cef4f3fb1749b09b629e4e5%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_327/e96fb2_0fa085151cef4f3fb1749b09b629e4e5%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/02/09/Escassez-de-oferta-est%C3%A1-a-marcar-o-arrendamento</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/02/09/Escassez-de-oferta-est%C3%A1-a-marcar-o-arrendamento</guid><pubDate>Fri, 09 Feb 2018 00:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;Desequilíbrio. Esta é a palavra que melhor define aquilo que se está a passar no mercado de arrendamento em Portugal, segundo a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP). O desajuste entre a oferta e a procura continua a ser uma das características deste segmento e que tenderá acentuar os problemas habitacionais do país. A oferta é escassa e, quando surge, rapidamente desaparece.</div><div>“Não é de agora que se registam estes desequilíbrios entre oferta e procura no arrendamento. Desde há muito que a APEMIP tem realçado este fenómeno, que se tem vindo a acentuar, uma vez que a falta de oferta tem incitado ao aumento de preços, sobretudo nas principais cidades, onde os valores de oferta estão longe de estar ao alcance das possibilidades das famílias portuguesas”, defende o presidente da associação, Luís Lima.</div><div>Famílias não conseguem comprar nem arrendar casa</div><div>E se dúvidas houvesse sobre este cenário, os números vêm confirmá-lo. O stock de casas para arrendar esgota-se em muito pouco tempo. O barómetro da APEMIP relativo ao mês de dezembro revela que quase 75% do stock para arrendamento é escoado em menos de três meses, um cenário que começa a dificultar a vida das famílias.</div><div>“Cerca de 50% dos negócios concretizados situavam-se no intervalo de rendas entre os 300 e os 500 euros&quot;, valores que, nas palavras do representante das mediadoras, revelam &quot;o intervalo de preços mais procurado pelas famílias para ativos T1 e T2, tipologias que também reúnem o grosso da procura”. Mas a verdade é que é cada vez mais difícil encontrar casas a estes preços, uma situação que está a levar muitos jovens e famílias a aceitar arrendar por valores que ultrapassam a sua taxa de esforço. “A habitação em Portugal está a caminhar para uma situação perigosa”, garante Luís Lima.</div><div>“Estamos a chegar a um ponto em que as famílias se deparam com o fenómeno ‘nem-nem’. Nem conseguem comprar, nem conseguem arrendar, tais são os valores que se apresentam no mercado&quot; Luís Lima, presidente da APEMIP</div><div>“Estamos a chegar a um ponto em que as famílias se deparam com o fenómeno ‘nem-nem’. Nem conseguem comprar, nem conseguem arrendar, tais são os valores que se apresentam no mercado. E esta tendência acentuar-se-á se tivermos em conta as recomendações do Banco de Portugal (BdP) que tornam as condições de acesso ao crédito à habitação ainda mais restritivas”, avisa o responsável, que exige ao Estado maior intervenção, nomeadamente através dos incentivos fiscais aos proprietários.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_0fa085151cef4f3fb1749b09b629e4e5~mv2.jpg"/><div>AL não está na origem do problema</div><div>Para Luís Lima, “não adianta apontarmos armas a mercados como o do Alojamento Local (AL) ou ao investimento estrangeiro quando o problema principal está na desadequação do mercado de arrendamento à nossa realidade”.</div><div>“Não podemos pedir aos proprietários que façam o papel de garantidores de habitação a preços acessíveis, se não lhes são dadas condições para que façam do arrendamento um negócio rentável. Este segmento é um negócio, e como negócio que é tem de garantir lucro a quem o promove. Se no panorama atual os proprietários não vêm condições no mercado de arrendamento para que lhes compense apostar nele, é natural que dirijam o seus ativos para outro tipo de mercados”, conclui o responsável.&quot;</div><div>in Idealista News, a 08 Fevereiro 2018</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Banco de Portugal: Taxa de esforço não pode exceder 50% do rendimento, nos novos créditos</title><description><![CDATA["O Banco de Portugal ativou o plano para prevenir excessos no crédito. Medidas serão aplicadas apenas aos novos empréstimosPortugal era um dos poucos países europeus que não tinha limitações no crédito. Mas, perante o crescimento dos novos empréstimos, o Banco de Portugal anunciou medidas para prevenir excessos, que serão aplicadas ao crédito à habitação e ao consumo. A Deco diz que é "um primeiro passo" para que o crédito seja concedido de forma responsável. Mas pretendia que se fosse mais<img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_9d4582925c544f78adfc916746a6979c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_400%2Ch_300/e96fb2_9d4582925c544f78adfc916746a6979c%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/02/06/Banco-de-Portugal-Taxa-de-esfor%C3%A7o-n%C3%A3o-pode-exceder-50-do-rendimento-nos-novos-cr%C3%A9ditos</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/02/06/Banco-de-Portugal-Taxa-de-esfor%C3%A7o-n%C3%A3o-pode-exceder-50-do-rendimento-nos-novos-cr%C3%A9ditos</guid><pubDate>Tue, 06 Feb 2018 00:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;O Banco de Portugal ativou o plano para prevenir excessos no crédito. Medidas serão aplicadas apenas aos novos empréstimos</div><div>Portugal era um dos poucos países europeus que não tinha limitações no crédito. Mas, perante o crescimento dos novos empréstimos, o Banco de Portugal anunciou medidas para prevenir excessos, que serão aplicadas ao crédito à habitação e ao consumo. A Deco diz que é &quot;um primeiro passo&quot; para que o crédito seja concedido de forma responsável. Mas pretendia que se fosse mais longe.</div><div>O Banco de Portugal emitiu ontem recomendações aos bancos para aplicarem três limitações que só serão aplicadas nos novos créditos feitos a partir de julho. Para garantir que as famílias têm capacidade para fazer face ao serviço das suas dívidas, quer impedir que a taxa de esforço seja superior a 50% durante o período de vida do crédito. Isto é, que o custo previsível das prestações do empréstimo não pesem mais de metade do rendimento líquido das famílias.</div><div>O supervisor considera que as Euribor vão começar em breve a subir dos atuais mínimos, se bem que de forma gradual. Assim, para calcular a taxa de esforço que serve como base à concessão do crédito, os bancos terão de calcular qual o valor da prestação com as Euribor mais altas. Em créditos acima de dez anos, têm de adicionar três pontos percentuais ao valor atual das taxas.</div><div>Recentemente os bancos têm concedido algum crédito com uma taxa de esforço de 30%. Mas sem incorporar subidas potenciais da Euribor. Caso a taxa suba três pontos percentuais está a dar-se crédito que têm implícitas taxas de esforço de cerca de 50%. O objetivo é evitar que se crie a &quot;ilusão de capacidade de cumprimento da dívida ao longo de todo o horizonte temporal do contrato&quot;.</div><div>&quot;O ambiente prolongado de baixas taxas de juro conjugado com recuperação económica cria incentivos para uma maior concorrência entre os bancos e potencialmente para uma redução excessiva do grau de restritividade dos critérios de concessão de crédito.&quot; O supervisor teme também que existam incentivos a dar empréstimos a clientes que não tenham capacidade de os pagar quando os juros começarem a subir.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_9d4582925c544f78adfc916746a6979c~mv2.jpg"/><div>Os maiores prazos da Europa</div><div>Na estratégia para impedir que o sobreendividamento ameace a estabilidade financeira, outra das traves-mestras é o prazo dos empréstimos. O crédito à habitação concedido em Portugal que tem a maior maturidade da Europa. Em média duram 33 anos e existem alguns contratos a mais de 40 anos. O Banco de Portugal quer impedir que sejam feitos créditos por períodos de mais de quatro décadas. E que até 2022 a média dos prazos seja de 30 anos. Outra forma de limitar contratos muito alargados é ajustar os rendimentos considerados para a taxa de esforço caso o prazo do empréstimo vá além dos 70 anos de quem o pede. A complementar estas medidas está a relação entre o montante financiado e o valor das casas. O empréstimos não pode exceder 90% da avaliação ou do preço do imóvel.</div><div>Apesar de ter lançado regras para travar euforias no crédito, o Banco de Portugal prevê algumas exceções. Mas quando os bancos não cumprirem com as limitações terão de se explicar ao supervisor. Se as justificações não forem satisfatórias poderão ser penalizados, sendo-lhes exigido mais capital.</div><div>Natália Nunes, responsável do gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco, considera que estas medidas são &quot;um primeiro passo&quot;. Mas preferia que em vez de recomendações as limitações fossem vinculativas. &quot;A expectativa é ver a atitude que a banca vai ter.&quot; Do lado, a Associação Portuguesa de Bancos (APB) entende que &quot;a recomendação do Banco de Portugal é feita com um carácter mais preventivo e não pela probabilidade de materialização iminente dos riscos que a mesma pretende acautelar&quot;.&quot;</div><div>in DN, a 2 de Fevereiro de 2018</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>2018: Ano Novo, legislação nova</title><description><![CDATA["No primeiro dia do novo ano, a FIN vai ser substituída pela FINE, a Ficha de Informação Normalizada, o documento que todos os bancos são obrigados a entregar de cada vez que é pedida uma simulação de crédito à habitação."Através da informação contida na Ficha de Informação Normalizada (FIN) é possível comparar o spread, todas as taxas e outros custos diversos, entre financiamentos diferentes.Pode inclusive acontecer um spread baixo sair mais caro ao fim do ano. Um spread um pouco mais alto mas<img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_98ebc2f378af451ba15f7a240354e545%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/01/03/2018-Ano-Novo-legisla%C3%A7%C3%A3o-nova</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2018/01/03/2018-Ano-Novo-legisla%C3%A7%C3%A3o-nova</guid><pubDate>Fri, 05 Jan 2018 16:59:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;No primeiro dia do novo ano, a FIN vai ser substituída pela FINE, a Ficha de Informação Normalizada, o documento que todos os bancos são obrigados a entregar de cada vez que é pedida uma simulação de crédito à habitação.&quot;</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_98ebc2f378af451ba15f7a240354e545~mv2.jpg"/><div>Através da informação contida na Ficha de Informação Normalizada (FIN) é possível comparar o spread, todas as taxas e outros custos diversos, entre financiamentos diferentes.</div><div>Pode inclusive acontecer um spread baixo sair mais caro ao fim do ano. Um spread um pouco mais alto mas com menos serviços associados, poderá ser mais atractivo.</div><div>Com 2018 e a entrada em vigor de nova legislação, esta FIN passa a seguir uma norma (E)uropeia, daí o FINE.Tem mais informação do que a FIN, por isso é boa para o consumidor. Desde que a procure ler e perceber, claro.</div><div>Ao receber a FINE de diversos bancos (os que consultar) vai ser mais fácil comparar exatamente o que estão a “oferecer-lhe” em relação ao seu crédito à habitação ou hipotecário.</div><div>O cliente deve receber uma FINE sempre que faz a simulação do empréstimo, tendo por base a informação por si prestada à instituição, e, posteriormente, aquando da comunicação da aprovação do contrato de crédito, reflectindo as características do empréstimo efectivamente aprovado pela instituição. Portanto, não assuma que não precisa de ler outra vez a segunda FINE. Pode ser diferente daquela que o convenceu a optar por aquele banco.</div><div>O que deve procurar na FINE:</div><div>• A taxa anual de encargos efectiva global (TAEG);</div><div>• A taxa anual nominal (TAN) aplicável ao empréstimo de acordo com o tipo de taxa de juro (taxa fixa, variável ou mista);</div><div>• Comissões, despesas, seguros exigidos e outros custos;</div><div>• O montante do empréstimo e o montante total a reembolsar (MTIC);</div><div>• A periodicidade e o montante das prestações;</div><div>• E a informação sobre os produtos e serviços financeiros contratados, como vendas associadas facultativas, se aplicável.</div><div>Em resumo, a TAER (que inclui todas as despesas, e não apenas o spread) acaba e passa a chamar-se TAEG. E tem mais informação detalhada sobre o que vai realmente pagar se assumir aquele empréstimo.</div><div>Assim, quer o crédito ao consumo quer o crédito à habitação passam a ser definidos pela TAEG.</div><div>Com estas informações, procura-se simplificar e melhorar o serviço ao cliente. Informações claras, transparentes, ajudam-nos a tomar melhores decisões. Ao negociar um crédito deverá estar ciente de todas as situações que lhe podem ser imputadas e passam a ser sua responsabilidade. Há que ler os contratos na totalidade e se concordar, então assinar com consciência.</div><div>Baseado em Andersson, Pedro. &quot;Se pensa comprar casa, a FIN vai mudar em Janeiro&quot; Contas Poupança, 18 Dezembro, 2017</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Em 2018, Alojamento Local deixa de descontar para a Segurança Social</title><description><![CDATA["Em quatro anos quadruplicou o número de registos no alojamento local. Há agora mais de 55 mil imóveis registados na atividade.As pessoas com rendimentos exclusivamente provenientes do alojamento local vão deixar de ter de fazer contas e descontos para a Segurança Social. O novo regime contributivo - que foi aprovado na semana passada pelo Conselho de Ministros - determina que os detentores deste tipo de rendimentos passam a integrar o leque de situações excluídas do sistema de contribuições que<img src="http://static.wixstatic.com/media/dfab88b7b099414ba6b7c405dc2702e8.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_418/dfab88b7b099414ba6b7c405dc2702e8.jpg"/>]]></description><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/12/27/Em-2018-Alojamento-Local-deixa-de-descontar-para-a-Seguran%C3%A7a-Social</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/12/27/Em-2018-Alojamento-Local-deixa-de-descontar-para-a-Seguran%C3%A7a-Social</guid><pubDate>Wed, 27 Dec 2017 14:52:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/dfab88b7b099414ba6b7c405dc2702e8.jpg"/><div>&quot;Em quatro anos quadruplicou o número de registos no alojamento local. Há agora mais de 55 mil imóveis registados na atividade.</div><div>As pessoas com rendimentos exclusivamente provenientes do alojamento local vão deixar de ter de fazer contas e descontos para a Segurança Social. </div><div>O novo regime contributivo - que foi aprovado na semana passada pelo Conselho de Ministros - determina que os detentores deste tipo de rendimentos passam a integrar o leque de situações excluídas do sistema de contribuições que abrange os trabalhadores independentes e pequenos empresários.</div><div>No regime que ainda vigora (o novo há de entrar em vigor em 2018, mas grande parte da aplicação prática chegará em 2019), as pessoas que abriram atividade no âmbito da categoria B para poderem dedicar-se a um alojamento local têm de fazer descontos para a Segurança Social quando esgotam o primeiro ano de isenção. Com o novo regime, esta obrigação termina, já que o diploma determina que &quot;são excluídos do âmbito pessoal do regime dos trabalhadores independentes os titulares de rendimentos da categoria B resultantes exclusivamente do arrendamento urbano e do alojamento local&quot;.</div><div>Esta redação constava da proposta que foi submetida à apreciação dos parceiros sociais e manteve-se no diploma final, segundo confirmou o DN/Dinheiro Vivo junto de fonte oficial do Ministério do Trabalho e da Segurança Social. Para os trabalhadores independentes que juntem rendimentos de uma profissão liberal com outros provenientes do alojamento local, nada muda, e terão de continuar a fazer os seus descontos para a Segurança Social à luz do que ganham em ambas as situações.</div><div>Esta nova redação acabará também por ter efeito sobre trabalhadores por conta de outrem, como assinalou ao DN/Dinheiro Vivo António Gaspar Schwalbach, associado sénior da Telles. É que, se com as regras que agora vigoram, os trabalhadores dependentes estavam sempre isentos de descontos na parcela de rendimentos que lhes vinha pela categoria B (fosse como profissionais liberais ou outros prestadores de serviços ou como promotores do alojamento local), no futuro será aquilo que ganham nesta categoria B a ditar se mantêm a isenção ou se terão de fazer descontos.</div><div>De futuro, quem acumula rendimentos de trabalho dependente com trabalho independente só fica isento de contribuições na parcela que chega pelos recibos verdes e que ficar abaixo dos 2450 euros mensais (ou os 1720 euros porque apenas é tido em conta 70% do rendimento). O excedente será sujeito a uma taxa de 21,4%. Apesar do alívio contributivo para quem tem apenas rendimentos do alojamento local, António G. Schwalbach não deixa de alertar que sem descontos e sem uma carreira contributiva, também não haverá lugar a uma pensão de reforma no futuro.</div><div>Outra das mudanças que vai abranger a categoria B em 2018 é a criação de um mínimo de existência (valor de rendimentos abaixo do qual não há lugar ao pagamento de IRS). Mas neste caso, a medida deixará de fora os rendimentos provenientes do AL. &quot;Um dos objetivos foi equiparar o profissional liberal ao trabalhador por conta de outrem&quot;, precisa António Gaspar Schwalbach, acentuando que esta equiparação nunca visou o alojamento local. Leitura idêntica faz Luís Leon, da Deloitte, que assegura que o alojamento local não está incluído na nova redação do artigo que regula o mínimo de existência.</div><div>O número de registos de alojamento local mais do que quadruplicou nos últimos quatro anos ao passar de 13 mil em 2014 para os mais de 55 mil que atualmente existem. Lisboa, com 10 611 registos, e o Porto, com 4881, são as zonas do país (a par do Algarve que também supera os 4800 registos) com maior número de ofertas.</div><div>À Lusa, Eduardo Miranda, presidente da aPortugal (ALEP), refere que um terço dos estabelecimentos registados neste ano correspondem a legalizações - já existiam mas estavam ilegais. Em julho, as empresas como o AirBnb passaram a ter de exigir o número de registo para poderem aceitar reservas.&quot;</div><div>in Diário de Notícias, a 27 de Dezembro de 2017</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>&quot;Nunca se venderam tantas casas em apenas um ano&quot;</title><description><![CDATA["Já se dizia que o mercado imobiliário estava bem e recomendava-se, mas agora é mesmo oficial: 2017 vai ser o melhor ano de sempre na venda de casas desde que há registo de estatísticas (em 2009). As contas são da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que, numa perspetiva mais conservadora, calcula um aumento de 20% em relação a 2016 e, numa mais otimista, avança até 25%. Numa situação ou noutra — 152.527 casas transacionadas ou 158.882,<img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_ced40490c85c4e52a984e11ab8e830bd%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_470/e96fb2_ced40490c85c4e52a984e11ab8e830bd%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/12/19/Nunca-se-venderam-tantas-casas-em-apenas-um-ano</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/12/19/Nunca-se-venderam-tantas-casas-em-apenas-um-ano</guid><pubDate>Tue, 19 Dec 2017 18:08:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>&quot;Já se dizia que o mercado imobiliário estava bem e recomendava-se, mas agora é mesmo oficial: 2017 vai ser o melhor ano de sempre na venda de casas desde que há registo de estatísticas (em 2009). As contas são da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que, numa perspetiva mais conservadora, calcula um aumento de 20% em relação a 2016 e, numa mais otimista, avança até 25%. Numa situação ou noutra — 152.527 casas transacionadas ou 158.882, respetivamente —, os valores batem sempre os alcançados em qualquer ano desde 2009, o primeiro em que quer a APEMIP quer o Instituto Nacional de Estatística (INE) começaram a compilar o número de alojamentos familiares transacionados.</div><div>“Este vai mesmo ser o melhor ano desde que há dados oficiais, com um crescimento nas transações entre 20% e 25% em relação ao ano passado. A nossa estimativa mais contida reside apenas no facto de sabermos que há quem esteja a pedir para adiar as escrituras para o início de janeiro por questões fiscais”, explica Luís Lima, presidente da APEMIP.</div><div>Em tempo de balanço, Luís Lima lembra que a recuperação do sector é partilhada pelos portugueses, que regressaram em força ao crédito, e por um grupo crescente de estrangeiros e emigrantes portugueses que retornam e que aqui encontram um refúgio não só fiscal mas literal no que se refere à sua perceção de segurança física.</div><div>“Portugal está na moda, já não é só Lisboa e o Porto. E assim irá continuar em 2018, a não ser que se faça alguma ‘asneira’, criando problemas e estrangulamentos fiscais”, realça o presidente da APEMIP.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/e96fb2_ced40490c85c4e52a984e11ab8e830bd~mv2.jpg"/><div>(...)</div><div>Com o regresso da euforia imobiliária a níveis de pré-crise, Natália Nunes, responsável pelo Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado (GAS) da Deco, alerta: “Nunca é demais lembrar que a taxa de esforço, que inclui o somatório de todos os créditos — habitação, automóvel, consumo —, não deve ser superior a 35% do rendimento líquido da família. Outra preocupação que temos são os empréstimos contratados com taxas variáveis de Euribor, pois estas podem começar a subir.” Outra situação que é preciso acautelar, diz, é a duração do crédito contratado. “Há pessoas com créditos à habitação até aos 70/75 anos e, como sabemos, com a entrada da reforma, há uma diminuição significativa dos rendimentos, e isso deve ser ponderado no momento da contratação do financiamento bancário”, resume Natália Nunes, que acompanha mais de 30 mil famílias endividadas.&quot;</div><div>in Expresso, a 17 de Dezembro de 2017.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Preços das casas portuguesas aumentam para 896 euros por metro quadrado - INE</title><description><![CDATA[Lisboa continua a liderar um ranking marcado pelas subidas. O Algarve está em destaque nas regiões que viram os preços aumentar mais.O mercado imobiliário português está inquestionavelmente a viver a melhor fase desde a grave crise mundial que atingiu este segmento com enorme força. Os dados divulgados esta terça-feira pelo INE acrescentam mais pormenores sobre o impacto da procura nos preços e as conclusões são impressionantes: os preços continuam a subir e algumas regiões destacam-se por<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aab4da6407e74b0ebd2139de014fb928%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_275/5a11f1_aab4da6407e74b0ebd2139de014fb928%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/31/Pre%C3%A7os-das-casas-portuguesas-aumentam-para-896-euros-por-metro-quadrado---INE</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/31/Pre%C3%A7os-das-casas-portuguesas-aumentam-para-896-euros-por-metro-quadrado---INE</guid><pubDate>Tue, 31 Oct 2017 16:59:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aab4da6407e74b0ebd2139de014fb928~mv2.jpg"/><div>Lisboa continua a liderar um ranking marcado pelas subidas. O Algarve está em destaque nas regiões que viram os preços aumentar mais.</div><div>O mercado imobiliário português está inquestionavelmente a viver a melhor fase desde a grave crise mundial que atingiu este segmento com enorme força. Os dados divulgados esta terça-feira pelo INE acrescentam mais pormenores sobre o impacto da procura nos preços e as conclusões são impressionantes: os preços continuam a subir e algumas regiões destacam-se por estarem 'na moda'. </div><div>&quot;No período anual compreendido entre o terceiro trimestre de 2016 e o segundo trimestre de 2017, o valor mediano dos preços de alojamentos familiares vendidos no país fixou-se em 896 euros por metro quadrado e os municípios que superaram aquele valor localizavam-se maioritariamente no Algarve e na Área Metropolitana de Lisboa&quot;, revela o Instituto Nacional de Estatística no boletim oficial. </div><div>Com um preço médio de 2.231 euros por metro quadrado, Lisboa continua a liderar a lista de sítios mais caros para comprar casa em Portugal, seguido de Cascais (1.800 euros/m2), Loulé (1.650 euros/m2) e Lagos (1.555 euros/m2). </div><div>&quot;Na região do Algarve, todos os municípios, com exceção de Monchique e Alcoutim, registaram preços superiores ao valor nacional&quot;, salienta ainda o INE. </div><div>Clique<a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_destaques&amp;DESTAQUESdest_boui=282086493&amp;DESTAQUESmodo=2">Aqui</a>Para Ver os Dados Integrais Publicados pelo INE</div><div>Fonte: INE</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Guia para saber tudo o que vai mudar no mercado de arrendamento</title><description><![CDATA[O Governo já lançou o novo programa de arrendamento acessível, que integra a Nova Geração de Políticas de Habitação, aprovada no dia 4 de outubro em Conselho de Ministros. Um pacote de medidas “para a melhoria da qualidade de vida das populações, para a revitalização e competitividade das cidades e para a coesão social e territorial”, lê-se em comunicado. As novidades são muitas, mas as dúvidas também. Quais são, afinal, as principais mudanças? Explicamos-te tudo.As principais novidadesOs<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_948ecf05d6f8492087392c7c6afc0278%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/11/Guia-para-saber-tudo-o-que-vai-mudar-no-mercado-de-arrendamento</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/11/Guia-para-saber-tudo-o-que-vai-mudar-no-mercado-de-arrendamento</guid><pubDate>Wed, 11 Oct 2017 10:41:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_948ecf05d6f8492087392c7c6afc0278~mv2.jpg"/><div>O Governo já lançou o novo programa de arrendamento acessível, que integra a Nova Geração de Políticas de Habitação, aprovada no dia 4 de outubro em Conselho de Ministros. Um pacote de medidas “para a melhoria da qualidade de vida das populações, para a revitalização e competitividade das cidades e para a coesão social e territorial”, lê-se em comunicado. As novidades são muitas, mas as dúvidas também. Quais são, afinal, as principais mudanças? Explicamos-te tudo.</div><div>As principais novidades</div><div>Os senhorios que decidirem colocar os seus imóveis no programa de arrendamento acessível ficarão isentos do imposto sobre os rendimentos prediais (ou seja, não terão de pagar ao Estado 28% do valor da renda) e vão pagar apenas 50% do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), podendo até ficar isentos do pagamento se a Assembleia Municipal assim o determinar.</div><div>Luz verde para todos os senhorios</div><div>Todos os proprietários podem colocar casas no programa, mas há regras. Será considerada renda acessível aquela que praticar um valor 20% inferior ao de referência no mercado, indicado num índice público de preços cuja criação foi também anunciada pelo Governo. Os senhorios que tenham em vigor um contrato, porém, não vão poder alterá-lo para aceder aos benefícios. O programa só vai abranger os novos contratos celebrados.</div><div>Quem pode candidatar-se a uma renda acessível</div><div>As famílias portuguesas só poderão candidatar-se a uma casa cuja renda não represente mais do que 25 a 30% do seu rendimento mensal. Neste momento, os custos com a habitação estão a sobrecarregar os orçamentos familiares e é objetivo do Governo baixar a taxa de sobrecarga de 35% para 27%. Os agregados familiares com rendimentos elevados ficam de fora (cujo limite máximo ainda não está definido), mas não são os únicos. Todos os inquilinos que tenham sido condenados em tribunal por incumprimento no pagamento da renda vão ficar impedidos de concorrer ao programa.</div><div>O que significa “renda acessível”</div><div>Uma renda acessível será 20% inferior ao valor de mercado. Mas como e quem é que define esses valores? O Governo anunciou que o Instituto Nacional de Estatística (INE) está a construir um índice público dos preços médios de rendas por tipologia a uma escala submunicipal (isto é, por freguesia no caso das grandes cidades). A lista será anualmente disponibilizada ao público, pelo que a renda acessível deverá ficar pelo menos 20% abaixo do valor de referência indicado no índice.</div><div>Benefícios sim, mas para contratos de longa duração</div><div>A duração mínima dos contratos ainda está em cima da mesa, mas nunca será inferior a três anos. Ainda assim, sabe-se que qualquer senhorio poderá ter benefícios fiscais desde que invista na celebração de contratos de longa duração (no mínimo por cinco anos).</div><div>Como se concorre</div><div>Os procedimentos e modelo de candidatura ainda não estão definidos. No entanto, as candidaturas não devem arrancar antes do final do primeiro trimestre de 2018, altura em que o Executivo espera ver aprovado o novo programa de arrendamento acessível.</div><div>Medidas complementares</div><div>O Governo quer avançar com a criação de um seguro ou fundo de garantia para proteger os senhorios nos casos de não pagamento de rendas por parte dos arrendatários. Além disso, também está prevista uma medida de proteção para inquilinos, caso os seus rendimentos sofram uma quebra súbita. </div><div>O Executivo vai dispor de um orçamento total de 403 milhões de euros para a habitação e reabilitação urbana, assim como também irá criar um conjunto &quot;alargado de instrumentos&quot; para &quot;dar resposta às famílias com grave carência habitacional&quot;, afirmou António Costa durante o debate quinzenal na Assembleia da República.</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vendidas 72 mil casas no primeiro semestre, o valor mais elevado dos últimos nove anos</title><description><![CDATA[Entre janeiro e junho deste ano foram transacionados 72 mil imóveis. Ao todo foram gastos 8,9 mil milhões de euros na compra destes imóveis, o valor mais elevado dos últimos nove anos. Trata-se de um crescimentos de 18% em número e de 25% em valor face ao período homólogo, ou seja, face aos primeiros seis meses do ano passado. Segundo o Correio da Manhã, que se apoia em dados da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), apenas 4% das 72 mil casas vendidas eram<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aeba6cc81a794253a4abb4667c573314%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_225/5a11f1_aeba6cc81a794253a4abb4667c573314%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/10/Vendidas-72-mil-casas-no-primeiro-semestre-o-valor-mais-elevado-dos-%C3%BAltimos-nove-anos</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/10/Vendidas-72-mil-casas-no-primeiro-semestre-o-valor-mais-elevado-dos-%C3%BAltimos-nove-anos</guid><pubDate>Tue, 10 Oct 2017 11:18:42 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aeba6cc81a794253a4abb4667c573314~mv2.jpg"/><div>Entre janeiro e junho deste ano foram transacionados 72 mil imóveis. Ao todo foram gastos 8,9 mil milhões de euros na compra destes imóveis, o valor mais elevado dos últimos nove anos. Trata-se de um crescimentos de 18% em número e de 25% em valor face ao período homólogo, ou seja, face aos primeiros seis meses do ano passado. </div><div>Segundo o Correio da Manhã, que se apoia em dados da Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (FEPICOP), apenas 4% das 72 mil casas vendidas eram novas. E mais: a esmagadora maioria das transações diz respeito a edifícios antigos que foram entretanto reabilitados ou renovados.De referir que a maioria dos negócios ocorreu na Área Metropolitana de Lisboa (AML): quase metade dos 8,9 mil milhões de euros investidos foram gastos na AML e 35% das casas vendidas estavam localizadas nos 18 concelhos da área metropolitana da capital.</div><div>Fonte: Idealista News / Correio da Manhã</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Isenção de IRS e desconto no IMI para senhorios com rendas acessíveis</title><description><![CDATA[A partir de agora, todos os proprietários que inscrevam os seus imóveis no programa de arrendamento acessível – e que através dele estabeleçam com os inquilinos contratos de habitação permanente, com a duração de até 5 anos – terão benefícios fiscais. Com esta nova solução, criada pelo Governo, os senhorios com rendas acessíveis ficarão isentos de IRS sobre os rendimentos prediais e pagarão apenas 50% do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Esta medida faz parte do novo “Programa de<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_adc8506e5bd7406097ae4d16eef417bd%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_430/5a11f1_adc8506e5bd7406097ae4d16eef417bd%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/09/Isen%C3%A7%C3%A3o-de-IRS-e-desconto-no-IMI-para-senhorios-com-rendas-acess%C3%ADveis</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/09/Isen%C3%A7%C3%A3o-de-IRS-e-desconto-no-IMI-para-senhorios-com-rendas-acess%C3%ADveis</guid><pubDate>Mon, 09 Oct 2017 10:12:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_adc8506e5bd7406097ae4d16eef417bd~mv2.jpg"/><div>A partir de agora, todos os proprietários que inscrevam os seus imóveis no programa de arrendamento acessível – e que através dele estabeleçam com os inquilinos contratos de habitação permanente, com a duração de até 5 anos – terão benefícios fiscais. Com esta nova solução, criada pelo Governo, os senhorios com rendas acessíveis ficarão isentos de IRS sobre os rendimentos prediais e pagarão apenas 50% do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). Esta medida faz parte do novo “Programa de Arrendamento Acessível” que integra a “Nova Geração de Políticas de habitação”, a ser aprovava esta quarta-feira em Conselho de Ministros.</div><div>É considerada renda acessível aquela que praticar um valor 20% inferior ao de referência no mercado, mas, em áreas onde o preço das rendas está muito inflacionado, como é o caso de Lisboa, a redução adotada pelo município pode ser maior. Atualmente, as rendas pagam um IRS de 28%, um valor que os proprietários consideram alto e responsável pela reduzida dinamização do mercado e consequente fuga para o Alojamento Local. Mas com esta nova medida, os senhorios saem a ganhar. Assim, quem cobrar menos, também vai pagar menos.</div><div>O Governo espera, assim, resolver o problema – nomeadamente o das famílias que não conseguem suportar os preços do mercado – através da fiscalidade, dando mais incentivos aos proprietários. Segundo o documento, esta medida é uma resposta “aos agregados familiares em falha de mercado, incluindo por esta via a população de rendimentos intermédios que não consegue aceder a uma habitação adequada no mercado sem que tal implique uma sobrecarga sobre o seu orçamento familiar&quot;.</div><div>Mas as novidades não ficam por aqui. De acordo com o jornal Público, o Executivo de António Costa quer avançar com a criação de “um seguro ou fundo de garantia” que pretende proteger os senhorios nos casos de não pagamento de rendas por parte dos arrendatários. Além disso, também está prevista uma medida de proteção para inquilinos, caso os seus rendimentos sofram uma quebra súbita. </div><div>Fonte: Idealista News/Público</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A 2easy Portugal irá estar uma vez mais presente no Salão Imobiliário de Portugal.</title><description><![CDATA[A 2easy Portugal irá estar presente no Salão Imobiliário de Portugal que decorrerá na FIL em Lisboa de 18 a 22 de Outubro de 2017.O SIL - Salão Imobiliário de Portugal, é o principal certame do sector imobiliário nacional. Sendo por esse facto uma feira de excelência para a Rede 2easy apresentar ao mercado o trabalho que tem vindo a desenvolver no âmbito da mediação imobiliária e as duas soluções de negócio que disponibiliza àqueles empreendedores que pretendem entrar neste setor de atividade,<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e164b577c1b44aff9ad257454a0d833a%7Emv2.png/v1/fill/w_620%2Ch_400/5a11f1_e164b577c1b44aff9ad257454a0d833a%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/06/A-2easy-Portugal-ir%C3%A1-estar-uma-vez-mais-no-Sal%C3%A3o-Imobili%C3%A1rio-de-Portugal</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/10/06/A-2easy-Portugal-ir%C3%A1-estar-uma-vez-mais-no-Sal%C3%A3o-Imobili%C3%A1rio-de-Portugal</guid><pubDate>Fri, 06 Oct 2017 12:00:49 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e164b577c1b44aff9ad257454a0d833a~mv2.png"/><div>A 2easy Portugal irá estar presente no Salão Imobiliário de Portugal que decorrerá na FIL em Lisboa de 18 a 22 de Outubro de 2017.</div><div>O SIL - Salão Imobiliário de Portugal, é o principal certame do sector imobiliário nacional. Sendo por esse facto uma feira de excelência para a Rede 2easy apresentar ao mercado o trabalho que tem vindo a desenvolver no âmbito da mediação imobiliária e as duas soluções de negócio que disponibiliza àqueles empreendedores que pretendem entrar neste setor de atividade, integrando uma rede de negócios segura e em franco crescimento.</div><div>Trata-se de um espaço privilegiado como ponto de encontro de investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e consumidor final, o SIL realiza-se em simultâneo com a Intercasa, o Lisboa Design Show e o Vintage Festival.</div><div>Caso queira visitar este evento descarregue  o seu convite.</div><div>Aguardamos a sua visita ao nosso expositor 2easy®, onde poderemos apresentar-lhe a nossa marca e as duas soluções de negócio de baixo investimento que disponibilizamos, bem como a campanha exclusiva do Salão Imobiliário para as novas adesões à Rede de Agências Associadas 2easy®.</div><div>Fonte: 2easy.pt</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Reunião de Diretores de Agência 2easy</title><description><![CDATA[Realizou-se hoje no Hotel Al-Foz em Alcochete mais uma Reunião de Diretores de Agência da Rede 2easy.Neste encontro foram apresentados os resultados da atividade da rede até Setembro de 2017 e concluiu-se que estamos no bom caminho e que até ao momento este está a ser o melhor ano da rede desde a sua origem em 2012.Para além dos demais diretores, fizeram-se representar pela primeira vez os novos diretores de agência das mais recentes agências 2easy, nomeadamente as unidades da Amadora, Mafra,<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_897fb3c2942e401d9929960aca8a5656%7Emv2_d_4059_2098_s_2.png/v1/fill/w_626%2Ch_324/5a11f1_897fb3c2942e401d9929960aca8a5656%7Emv2_d_4059_2098_s_2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/29/Reuni%C3%A3o-de-Diretores-de-Ag%C3%AAncia-2easy</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/29/Reuni%C3%A3o-de-Diretores-de-Ag%C3%AAncia-2easy</guid><pubDate>Fri, 29 Sep 2017 21:11:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_897fb3c2942e401d9929960aca8a5656~mv2_d_4059_2098_s_2.png"/><div>Realizou-se hoje no Hotel Al-Foz em Alcochete mais uma Reunião de Diretores de Agência da Rede 2easy.</div><div>Neste encontro foram apresentados os resultados da atividade da rede até Setembro de 2017 e concluiu-se que estamos no bom caminho e que até ao momento este está a ser o melhor ano da rede desde a sua origem em 2012.</div><div>Para além dos demais diretores, fizeram-se representar pela primeira vez os novos diretores de agência das mais recentes agências 2easy, nomeadamente as unidades da Amadora, Mafra, Évora e Beja.</div><div>Nesta reunião de trabalho foram anunciadas as mais recentes novidades da marca e a visão estratégica da 2easy para o futuro.</div><div>A 2easy é hoje uma estrutura de rede reconhecida e com potencial para uma diferenciação qualitativa. As agências 2easy estão empenhadas em marcar a diferença pela prestação de um serviço de qualidade, personalizado e ajustado às necessidades dos clientes que as procuram.</div><div>Fonte: 2easy</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>9ª Reunião Geral 2easy - 03 de Outubro de 2017</title><description><![CDATA[Na próxima terça feira dia 3 de Outubro a Rede 2easy irá realizar em Carcavelos no Hotel Riviera a sua 9ª Reunião Geral onde irão participar todos os profissionais que integram a marca.O principal objetivo deste evento é a analise à atividade desenvolvida nos últimos meses, apresentação dos resultados alcançados, novidades da marca e premiação das melhores agências e dos consultores que mais se destacaram.Esta reunião é aguardada com alguma expetativa pois este é sem dúvida o melhor ano da<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_fbeb297ca7c440d4a0e9a9d34cbbef19%7Emv2_d_1920_1440_s_2.png/v1/fill/w_626%2Ch_470/5a11f1_fbeb297ca7c440d4a0e9a9d34cbbef19%7Emv2_d_1920_1440_s_2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/29/9%C2%AA-Reuni%C3%A3o-Geral-2easy---03-de-Outubro-de-2017</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/29/9%C2%AA-Reuni%C3%A3o-Geral-2easy---03-de-Outubro-de-2017</guid><pubDate>Fri, 29 Sep 2017 10:25:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_fbeb297ca7c440d4a0e9a9d34cbbef19~mv2_d_1920_1440_s_2.png"/><div>Na próxima terça feira dia 3 de Outubro a Rede 2easy irá realizar em Carcavelos no Hotel Riviera a sua 9ª Reunião Geral onde irão participar todos os profissionais que integram a marca.</div><div>O principal objetivo deste evento é a analise à atividade desenvolvida nos últimos meses, apresentação dos resultados alcançados, novidades da marca e premiação das melhores agências e dos consultores que mais se destacaram.</div><div>Esta reunião é aguardada com alguma expetativa pois este é sem dúvida o melhor ano da marca, quanto a resultados de faturação bem como no relativo ao crescimento do número novas de agências.</div><div>Fonte: 2easy</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Taxas Euribor descem a 6 meses e sobem a 9 meses</title><description><![CDATA[As taxas Euribor mantiveram-se hoje a três e a 12 meses, desceram a seis meses e subiram a nove meses em relação a sexta-feira.A Euribor a três meses, em valores negativos desde 21 de Abril de 2015, manteve-se hoje em -0,329%, contra o actual mínimo de sempre, de -0,332%, registado pela primeira vez em 10 de Abril.No prazo de 12 meses, a taxa Euribor, que desceu para valores abaixo de zero pela primeira vez em 5 de Fevereiro de 2015, foi fixada pela oitava sessão consecutiva em -0,171%, actual<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f1c095ee30964cbc8c3f71e828fbc596%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/25/Taxas-Euribor-descem-a-6-meses-e-sobem-a-9-meses</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/25/Taxas-Euribor-descem-a-6-meses-e-sobem-a-9-meses</guid><pubDate>Mon, 25 Sep 2017 10:43:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f1c095ee30964cbc8c3f71e828fbc596~mv2.png"/><div>As taxas Euribor mantiveram-se hoje a três e a 12 meses, desceram a seis meses e subiram a nove meses em relação a sexta-feira.</div><div>A Euribor a três meses, em valores negativos desde 21 de Abril de 2015, manteve-se hoje em -0,329%, contra o actual mínimo de sempre, de -0,332%, registado pela primeira vez em 10 de Abril.</div><div>No prazo de 12 meses, a taxa Euribor, que desceu para valores abaixo de zero pela primeira vez em 5 de Fevereiro de 2015, foi fixada pela oitava sessão consecutiva em -0,171%, actual mínimo de sempre, registado pela primeira vez em 14 de Setembro.</div><div>A seis meses, a taxa Euribor, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno negativo pela primeira vez em 6 de Novembro de 2015, desceu hoje, ao ser fixada em -0,272%, menos 0,001 pontos e contra o actual mínimo de sempre, de -0,275%, verificado pela primeira vez em 08 de Setembro.</div><div>A nove meses, a Euribor subiu para -0,219%, mais 0,001 pontos face à sessão anterior.</div><div>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</div><div>Fonte: Lusa/DI</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Rede 2easy anuncia mais uma nova Agência</title><description><![CDATA[Num ano em de clara retoma do mercado imobiliário a Rede 2easy® continua a reforçar a sua rede de agências, desta vez na zona de Carnaxide e Queijas com a assinatura de mais um contrato de franquia para a abertura de mais uma unidade.A 2easy® Energy será liderada pela Cláudia Martins, jovem empreendedora que no passado já desenvolveu a atividade imobiliária como consultora, decidiu agora avançar com um projeto próprio apoiado por uma estrutura que lhe permitirá crescer e consolidar o seu negócio<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_1a037d1abdff4e2db84c01264c7f71e6%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_466/5a11f1_1a037d1abdff4e2db84c01264c7f71e6%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/22/A-Rede-2easy-anuncia-mais-uma-nova-Ag%C3%AAncia</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/22/A-Rede-2easy-anuncia-mais-uma-nova-Ag%C3%AAncia</guid><pubDate>Fri, 22 Sep 2017 09:00:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_1a037d1abdff4e2db84c01264c7f71e6~mv2.jpg"/><div>Num ano em de clara retoma do mercado imobiliário a Rede 2easy® continua a reforçar a sua rede de agências, desta vez na zona de Carnaxide e Queijas com a assinatura de mais um contrato de franquia para a abertura de mais uma unidade.</div><div>A 2easy® Energy será liderada pela Cláudia Martins, jovem empreendedora que no passado já desenvolveu a atividade imobiliária como consultora, decidiu agora avançar com um projeto próprio apoiado por uma estrutura que lhe permitirá crescer e consolidar o seu negócio com um investimento e riscos controlados.</div><div>O plano de expansão da Rede 2easy® está em “velocidade cruzeiro” e com condições únicas para outros empreendedores que querem investir neste setor em franca expansão, existem várias zonas prioritárias ainda em aberto, estando de momento abertas as candidaturas para as zonas de Odivelas; Barreiro; Loures e Lisboa.</div><div>Fonte: 2easy</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Imobiliário em alta: 280 mil casas vendidas este ano</title><description><![CDATA[O mercado imobiliário está em alta e, a continuar a este ritmo, pode mesmo atingir valores recorde dos últimos anos. Só este ano já foram vendidas cerca de 189 mil casas em Portugal, segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça. E a APEMIP estima um fecho de 2017 com 270 a 280 mil vendas de casas.Os números - recolhidos a partir das certidões de registo predial obrigatórias por cada ato de compra e venda - incluem quer as vendas de casas residenciais, como terrenos ou garagens. Das 189<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cae3a84488554e1fa3f6e460a4deb724%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/21/Imobili%C3%A1rio-em-alta-280-mil-casas-vendidas-este-ano</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/21/Imobili%C3%A1rio-em-alta-280-mil-casas-vendidas-este-ano</guid><pubDate>Thu, 21 Sep 2017 11:46:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cae3a84488554e1fa3f6e460a4deb724~mv2.jpg"/><div>O mercado imobiliário está em alta e, a continuar a este ritmo, pode mesmo atingir valores recorde dos últimos anos. Só este ano já foram vendidas cerca de 189 mil casas em Portugal, segundo dados divulgados pelo Ministério da Justiça. E a APEMIP estima um fecho de 2017 com 270 a 280 mil vendas de casas.</div><div>Os números - recolhidos a partir das certidões de registo predial obrigatórias por cada ato de compra e venda - incluem quer as vendas de casas residenciais, como terrenos ou garagens. Das 189 mil vendas, cerca de 94 mil correspondem a imóveis de habitação, de acordo com dados da APEMIP, associação que representa os profissionais do imobiliário, citados pelo Dinheiro Vivo. </div><div>Outras 150 mil casas vendidas até ao final do ano</div><div>O Presidente da APEMIP, Luís Lima, em declarações ao jornal, fala de uma recuperação constante do mercado desde 2013 - ano em que se registaram os números mais baixos em face da crise económica. Nesse ano, refere, foram vendidas 176 850 casas, menos 46,7% do que no pico de 2010, que atingiu um recorde de 332 241 mil. Mas já no ano passado as vendas pós-crise atingiram valores máximos - 258 316 registos de transações - que devem ser ultrapassados este ano, se as vendas continuarem ao mesmo ritmo. </div><div>A APEMIP estima um fecho de 2017 com 270 a 280 mil vendas de casas. &quot;Com base nesta tendência, a minha estimativa aponta para que sejam vendidos até ao final do ano 150 mil alojamentos familiares&quot;, refere o presidente da APEMIP. No segundo trimestre de 2017 foram transacionadas 138 249 mil casas, mais 12 731 em relação ao mesmo período do ano passado, um crescimento de 10% até junho face ao período homólogo.</div><div>Os distritos de Lisboa e Porto são os que registam o maior número de transaçõesde casas, com 38 mil e 26 640 mil vendas, respetivamente. </div><div>Fonte: Idealista News / Dinheiro Vivo</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Preço das casas aumenta 8% e vendas disparam para recorde</title><description><![CDATA[O forte aumento das vendas de habitações em Portugal continua a alimentar o crescimento dos preços das casas. No segundo trimestre os preços subiram 8%.O aumento dos preços das casas acelerou no segundo trimestre, num período em que as vendas de habitações dispararam 16,1%, revelou o Instituto Nacional de Estatística esta quarta-feira, 20 de Setembro.O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou 8% no segundo trimestre, face ao mesmo período do ano passado, o que representa uma ligeira<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aa6c3c4a18fa4c8f87aea6a7e3980f71%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_353/5a11f1_aa6c3c4a18fa4c8f87aea6a7e3980f71%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/20/Pre%C3%A7o-das-casas-aumenta-8-e-vendas-disparam-para-recorde</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/20/Pre%C3%A7o-das-casas-aumenta-8-e-vendas-disparam-para-recorde</guid><pubDate>Wed, 20 Sep 2017 11:33:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>O forte aumento das vendas de habitações em Portugal continua a alimentar o crescimento dos preços das casas. No segundo trimestre os preços subiram 8%.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_aa6c3c4a18fa4c8f87aea6a7e3980f71~mv2.jpg"/><div>O aumento dos preços das casas acelerou no segundo trimestre, num período em que as vendas de habitações dispararam 16,1%, revelou o Instituto Nacional de Estatística esta quarta-feira, 20 de Setembro.</div><div>O Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou 8% no segundo trimestre, face ao mesmo período do ano passado, o que representa uma ligeira aceleração no aumento face ao registado no primeiro trimestre (7,9%), e constitui um novo aumento recorde. Na comparação em cadeia (segundo trimestre deste ano face aos três meses anteriores), os preços aumentaram 3,2%.</div><div>Desde o quarto trimestre de 2013 que as taxas de variação homóloga dos preços das casas em Portugal é positiva. O aumento tem vindo a acelerar, sendo que desde o arranque do ano passado que a subida dos preços é sempre acima de 6%.</div><div>Este relatório do INE confirma assim que o mercado imobiliário português está a viver um bom momento, com a subida dos preços a ser acompanhada de um forte aumento da procura.</div><div>No segundo trimestre foram vendidas 36.886 habitações, o que representa um aumento de 16,1% face ao mesmo período do ano passado e 4,9% contra os primeiros três meses deste ano. Foi o quinto trimestre consecutivo em que foram vendidas mais de 30 mil casas. Em 2012 e 2014 foram vários os trimestres em que foram vendidas menos de 20 mil casas. Segundo o INE, o valor das vendas foi aproximadamente de 4,6 mil milhões de euros, dos quais 3,7 mil milhões respeitaram a alojamentos existentes.</div><div>Vendas recorde</div><div>O INE explica que a subida dos preços das casas é justificada &quot;pela aceleração dos preços dos alojamentos novos&quot;, que registaram uma subida de 5,4%, atingindo o valor mais elevado desde o terceiro trimestre de 2014. Em sentido inverso, os preços das casas em segunda-mão cresceram de forma menos acentuada (8,9% no segundo trimestre e 9,2% no primeiro trimestre), o que acontece pela primeira vez desde o último trimestre de 2015.</div><div>Nas vendas também se verifica a mesma tendência, pois o aumento das vendas de casas existentes é mais elevado mas está abrandar, enquanto as vendas de casas novas está a acelerar. Uma tendência que mostra um abrandamento no mercado de casas em segunda-mão devido à menor oferta disponível, por contrapartida com uma maior oferta de casas novas, que nos últimos anos quase estagnou devido à crise que atingiu o mercado imobiliário.</div><div>Certo é que o mercado está agora em franca recuperação, com o INE a assinalar que no período entre Abril e Junho foi o terceiro trimestre consecutivo em que o número de vendas trimestrais atingiu um recorde. Foram vendidas mais 5.118 habitações do que no segundo trimestre do ano anterior.</div><div>Apesar do menor crescimento, as transacções de alojamentos continuam a representar a grande fatia do mercado. Foram vendidas 31.150 casas em segunda-mão, o que representa um aumento homólogo de 18,3%, a taxa de variação mais baixa desde o último trimestre de 2014. As casas novas foram responsáveis por 15,6% do número total de transacções, quase duplicaram o ritmo de crescimento (5,5% no segundo trimestre e 2,9% no primeiro trimestre de 2017).</div><div>No relatório do INE há ainda outro sinal de vitalidade do mercado imobiliário. É que o valor das vendas está a aumentar de forma mais célere do que o número de transacções. O valor dos alojamentos transaccionados atingiu aproximadamente 4,6 mil milhões de euros, traduzindo-se num aumento de 23,3%, em termos homólogos e de 6,3% por comparação com o trimestre precedente.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_4f0c353372c9404e9d3b802aed1d671f~mv2.png"/><div>FONTE: www.jornaldenegocios.pt</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Subida de 15% no preço das casas em Portugal motivada pelo turismo.</title><description><![CDATA[O preço das casas em Portugal aumentou 15% num período de apenas dois anos e o principal motor deste crescimento é o turismo. A conclusão consta do último relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a economia portuguesa, revelado na passada sexta-feira.A instituição liderada por Christine Lagarde, segundo noticia o Correio da Manhã, diz que a procura de Portugal como destino turístico levou quer a um grande crescimento da reabilitação de imóveis para arrendamento (alojamento local),<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d2514d34203a401a9ca04c13d452138f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_353/5a11f1_d2514d34203a401a9ca04c13d452138f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/19/Subida-de-15-no-pre%C3%A7o-das-casas-em-Portugal-motivada-pelo-turismo</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/19/Subida-de-15-no-pre%C3%A7o-das-casas-em-Portugal-motivada-pelo-turismo</guid><pubDate>Tue, 19 Sep 2017 10:10:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d2514d34203a401a9ca04c13d452138f~mv2.jpg"/><div>O preço das casas em Portugal aumentou 15% num período de apenas dois anos e o principal motor deste crescimento é o turismo. A conclusão consta do último relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a economia portuguesa, revelado na passada sexta-feira.</div><div>A instituição liderada por Christine Lagarde, segundo noticia o Correio da Manhã, diz que a procura de Portugal como destino turístico levou quer a um grande crescimento da reabilitação de imóveis para arrendamento (alojamento local), quer a uma subida importante no investimento direto na compra de imóveis. </div><div>Vários especialistas que trabalham no mercado imobiliário mostram-se de acordo com a avaliação feita pelo FMI, e apontam o mercado francês e brasileiro como a principal origem do investimento em imobiliário nacional. </div><div>Investimento estrangeiro, mas também português</div><div>&quot;Existe muito investimento brasileiro que estava sediado em Miami e que, por força da incerteza criada pela eleição de Donald Trump, se voltou para Portugal&quot;, disse um dos mediadores contactados pelo CM, acrescentando: &quot;Existem cidadãos brasileiros com capacidade económica a comprarem muitas casas de 300 e 400 mil euros, e a arrendarem imóveis da Quinta da Marinha [Cascais] com rendas de 20 mil euros.&quot; </div><div>Mas existe uma outra que está a dinamizar o mercado imobiliário; os portugueses estão a investir em casas como alternativa às baixas taxas de juro oferecidas pelos bancos, e devido à desconfiança que os escândalos no setor bancário criaram nos aforradores. Com mais de 70% dos depósitos a prazo simples a renderem taxas anuais abaixo dos 0,5% (segundo os últimos dados do Banco de Portugal), os portugueses compram cada vez mais casas, acrescenta o diário com base nos especialistas ouvidos.</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CUIDADO: AIMI mais alto para casas sem NIF na matriz</title><description><![CDATA[O pagamento do Adicional ao Imposto Municipal de Imóveis (AIMI) está em curso este mês de setembro e há uma penalização que pode ser aplicada pelo Fisco na hora de liquidar a taxa. Todos os imóveis - incluídos os residenciais - cuja matriz não tem número de identificação fiscal (NIF) dos proprietários e ostentam apenas o número de registo no verbete passam a estar sujeitos às regras das empresas, ou seja, sem a isenção de 600 mil euros. Mas esta situação pode ser revertida pelos contribuintes.<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_6e562e6341a543afaa6320594c5a5362%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_412/5a11f1_6e562e6341a543afaa6320594c5a5362%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/18/CUIDADO-AIMI-mais-alto-para-casas-sem-NIF-na-matriz</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/18/CUIDADO-AIMI-mais-alto-para-casas-sem-NIF-na-matriz</guid><pubDate>Mon, 18 Sep 2017 09:48:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_6e562e6341a543afaa6320594c5a5362~mv2.jpg"/><div>O pagamento do Adicional ao Imposto Municipal de Imóveis (AIMI) está em curso este mês de setembro e há uma penalização que pode ser aplicada pelo Fisco na hora de liquidar a taxa. Todos os imóveis - incluídos os residenciais - cuja matriz não tem número de identificação fiscal (NIF) dos proprietários e ostentam apenas o número de registo no verbete passam a estar sujeitos às regras das empresas, ou seja, sem a isenção de 600 mil euros. Mas esta situação pode ser revertida pelos contribuintes. Aprende como.</div><div>O Ministério das Finanças explica, citado pelo Dinheiro Vivo, que “se proprietários dos prédios “em verbete” forem corrigir a matriz identificando-se, a AT corrige (ou anula simplesmente) a liquidação de AIMI”. E esta correção será feita ainda para o pagamento que atualmente decorre.</div><div>Imóveis residenciais perdem isenção</div><div>“As situações em que os prédios inscritos nas matrizes prediais não possuem a identificação do sujeito passivo com o respetivo número de identificação fiscal, mantendo -se o registo do anterior número de verbete, são aplicadas as regras de determinação do AIMI para as pessoas coletivas”, refere um nota explicativa sobre o Adicional ao IMI elaborada pela Autoridade Tributária e Aduaneira. Assim, acrescenta-se “à soma do VPT dos prédios é aplicável a taxa de 0,4%, sem haver qualquer dedução àquele valor tributável”.</div><div>Ou seja, determina-se que quando a identificação fiscal é omissa na matriz, a taxa de imposto aplicada é de 0,4%, não havendo lugar à isenção de 600 mil euros, mesmo que o imóvel seja detido por um particular. </div><div>Nos particulares a taxa de AIMI é de 0,7% mas apenas há lugar ao pagamento do imposto quando o total dos imóveis detidos supera os 600 mil euros. Nas empresas não há isenção e a taxa é de 0,4%. </div><div>Mais de 170 mil notas de liquidação sem NIF</div><div>Entre as mais de 211.600 notas de liquidação de AIMI que foram enviadas pelo fisco, há uma parcela de 74.289 com a identificação fiscal dos proprietários nas matrizes e que foram, por isso, calculadas à luz das regras aplicáveis a cada um (empresas, singulares e heranças indivisas). </div><div>Mas há mais de 173 mil restantes que foram extraídas dos verbetes – que não têm o NIF, mas apenas o nome dos proprietários – , segundo dados avançados pelo jornal. </div><div>FONTE: Dinheiro Vivo/Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Rede imobiliária 2easy® abre nova unidade em Mafra.</title><description><![CDATA[A Rede Imobiliária 2easy® continua o seu processo de expansão e no início de Outubro será inaugurada mais uma nova Agência, desta feita em Mafra na Rua Serpa Pinto, 30 bem junto ao Convento que é o ex-libris dessa região. A 2easy® Atlantik, a nova agência integrante da rede de Agências Associadas, veio reforçar a presença da marca na Região Oeste. A nova Agência 2easy® Atlantik é fruto do empreendedorismo do Sérgio Branquinho, um jovem empresário de sucesso ligado ao comércio de calçado há já<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_085f1d3060864536be3d601c00e698f2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_509/5a11f1_085f1d3060864536be3d601c00e698f2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/15/A-Rede-imobili%C3%A1ria-2easy%C2%AE-abre-nova-unidade-em-Mafra</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/15/A-Rede-imobili%C3%A1ria-2easy%C2%AE-abre-nova-unidade-em-Mafra</guid><pubDate>Fri, 15 Sep 2017 11:08:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_085f1d3060864536be3d601c00e698f2~mv2.jpg"/><div>A Rede Imobiliária 2easy® continua o seu processo de expansão e no início de Outubro será inaugurada mais uma nova Agência, desta feita em Mafra na Rua Serpa Pinto, 30 bem junto ao Convento que é o ex-libris dessa região.</div><div>A 2easy® Atlantik, a nova agência integrante da rede de Agências Associadas, veio reforçar a presença da marca na Região Oeste.</div><div>A nova Agência 2easy® Atlantik é fruto do empreendedorismo do Sérgio Branquinho, um jovem empresário de sucesso ligado ao comércio de calçado há já vários anos e que agora decidiu também apostar na Atividade Imobiliária, setor em franca evolução.</div><div>A projeto de expansão da Rede 2easy® está em curso havendo já várias novas agências em fase de abertura que oportunamente noticiaremos.</div><div>O mercado imobiliário continua em crescimento levando a que novos empreendedores queiram iniciar-se na atividade de mediação imobiliária. A integração na Rede 2easy® é a melhor solução para quem quer ter a sua própria agência imobiliária, caracterizada pelo baixo investimento e risco reduzido, permitindo ao franqueado usufruir de todas as ferramentas e Know-How que a marca disponibiliza.</div><div>Fonte: BESTFRANCHISING</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arrendar um quarto em Portugal é 8% mais caro que há um ano</title><description><![CDATA[Portugal é um país de proprietários, mas o mercado de arrendamento parece estar mais dinâmico, sobretudo entre os jovens. Os preços dos quartos, esses, também estão a subir. Segundo um estudo realizado pelo idealista, arrendar um quarto é hoje 8% mais caro que há um ano (face a agosto de 2016), com o preço médio mensal em Portugal a fixar-se nos 238 euros.O estudo permitiu ainda concluir que o interesse despertado pelo arrendamento de quartos quintuplicou o número de pesquisas realizadas no<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_26e0f17a7eda4d34b5288d88ee42b8b3%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_353/5a11f1_26e0f17a7eda4d34b5288d88ee42b8b3%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/Arrendar-um-quarto-em-Portugal-%C3%A9-8-mais-caro-que-h%C3%A1-um-ano</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/Arrendar-um-quarto-em-Portugal-%C3%A9-8-mais-caro-que-h%C3%A1-um-ano</guid><pubDate>Thu, 14 Sep 2017 14:23:49 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_26e0f17a7eda4d34b5288d88ee42b8b3~mv2.jpg"/><div>Portugal é um país de proprietários, mas o mercado de arrendamento parece estar mais dinâmico, sobretudo entre os jovens. Os preços dos quartos, esses, também estão a subir. Segundo um estudo realizado pelo idealista, arrendar um quarto é hoje 8% mais caro que há um ano (face a agosto de 2016), com o preço médio mensal em Portugal a fixar-se nos 238 euros.</div><div>O estudo permitiu ainda concluir que o interesse despertado pelo arrendamento de quartos quintuplicou o número de pesquisas realizadas no último ano, pelo que há cada vez mais procura neste segmento de mercado.</div><div>Os maiores aumentos de rendas aconteceram nos principais distritos do país: a maior subida anual (15,2%) deu-se no Porto e seguem-se na lista Lisboa (14%) e Coimbra(6%).</div><div>É na capital que se encontram os quartos para arrendar mais caros, com um custo médio mensal de 308 euros mensais. Um valor superior ao verificado no Porto (242 euros por mês) e em Setúbal (222 euros). Por outro lado, os distritos mais acessíveis para arrendar um quarto são Santarém (185 euros), Coimbra (183 euros) e Leiria (169 euros). </div><div>Perfil dos arrendatários</div><div>No que diz respeito ao perfil dos inquilinos que optam por partilhar casa, ou seja, que preferem arrendar apenas um quarto e não uma casa, falamos de pessoas com 33 anos que vivem no centro de grandes cidades. Por norma não fumam (apesar de tolerantes com quem fuma) e não têm e nem permitem animais de estimação.</div><div>De acordo com o estudo do idealista, a idade média dos habitantes de uma casa partilhada varia em função da zona geográfica, sendo Santarém e Setúbal os distritos com a média mais alta: rondam os 37 anos (nos dois casos). Em Lisboa a média de idades é de 36 anos enquanto no Porto é de apenas 30 anos. Já Coimbra, uma cidade tradicionalmente estudantil, apresenta uma média de idades mais baixa (28 anos).</div><div>De referir ainda que em 84% das casas onde é possível arrendar um quarto convivem ambos os sexos. Em 13% vivem apenas mulheres e em 3% exclusivamente homens.</div><div>Não são só os estudantes que partilham casa</div><div>Os dados publicados no relatório revelam ainda que o arrendamento de quartos deixou de ser uma opção habitacional apenas para estudantes, convertendo-se também na opção eleita por jovens nos seus primeiros anos no mercado de trabalho e em alguns casos até mais tarde.</div><div>Um cenário que se deve ao facto de ser cada vez mais difícil e caro, nomeadamente para pessoas solteiras ou separadas, arrendar casa numa grande cidade portuguesa. Ou seja, arrendar um quarto acaba por ser uma alternativa mais vantajosa.</div><div>Por outro lado, partilhar casa continua a ser um estímulo para muitos jovens com vontade de serem independentes e sair de casa dos pais, uma tendência que deve aumentar nos próximos anos. </div><div>O idealista tornou-se uma referência para quem procura partilhar casa, tanto pela facilidade de utilização como pela qualidade da informação. A opção disponibilizada pelo portal de procurar um companheiro de casa para iniciar com ele o processo de pesquisa de um alojamento tem grande sucesso entre os utilizadores portugueses e estrangeiros que se deslocam ao nosso país e que pretendem encontram um quarto desde os seus locais de origem.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f9382745b1174cd58fc2ad74015610ef~mv2.png"/><div>De referir que para a realização do estudo em causa foram considerados só os distritos com uma base estável no idealista durante o período analisado e com um número mínimo de 50 anúncios por distrito. Em Leiria, Santarém e Setúbal não foi possível definir a variação anual por falta de dados referentes a 2016. </div><div>Fonte: IDEALISTA News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Rendas vão ter maior aumento de cinco anos em 2018</title><description><![CDATA[No próximo ano, as rendas das casas vão sofrer em Portugal o maior aumento registado desde 2013. A atualização de 1,12% que vai ser aplicada aos inquilinos pelos senhorios, em 2018, resulta da variação dos últimos 12 meses do Índice de Preços do Consumidor (IPC), sem habitação, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira, e corresponde a cerca do dobro dos 0,54% que serviram de base à subida de 2017.A inflação dos últimos 12 meses, terminados em agosto, sem<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_5fa5ed13aba24a078814bfa4619e7094%7Emv2.jpg/v1/fill/w_400%2Ch_300/5a11f1_5fa5ed13aba24a078814bfa4619e7094%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/Rendas-v%C3%A3o-ter-maior-aumento-de-cinco-anos-em-2018</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/Rendas-v%C3%A3o-ter-maior-aumento-de-cinco-anos-em-2018</guid><pubDate>Thu, 14 Sep 2017 14:02:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_5fa5ed13aba24a078814bfa4619e7094~mv2.jpg"/><div>No próximo ano, as rendas das casas vão sofrer em Portugal o maior aumento registado desde 2013. A atualização de 1,12% que vai ser aplicada aos inquilinos pelos senhorios, em 2018, resulta da variação dos últimos 12 meses do Índice de Preços do Consumidor (IPC), sem habitação, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) esta terça-feira, e corresponde a cerca do dobro dos 0,54% que serviram de base à subida de 2017.</div><div>A inflação dos últimos 12 meses, terminados em agosto, sem habitação, é o coeficiente utilizado para a atualização das rendas ao abrigo do Novo Regime do Arrendamento Urbana (NRAU) e, no total, estima-se que tenha efeitos em cerca de 600 mil contratos residenciais de famílias, a que se somam também os estabelecimentos comerciais arrendados.</div><div>O impacto do aumento de 1,12%, por exemplo, numa renda de 300 euros mensais é de 3,90 euros, atingindo os 7.20 euros num renda de 600 euros. Já nas chamadas rendas antigas, de valor significativamente mais baixo, o impacto é significativamente menor.</div><div>Quando se faz a atualização do valor das rendas?</div><div>De acordo com as regras em vigor, a atualização só pode ser feita de acordo com o que for determinado no contrato de arrendamento, havendo assim total liberdade para senhorios e inquilinos definirem a forma e a data em que as rendas são revistas. O princípio é que seja revista no mês em que o contrato foi assinado.</div><div>Já no caso das rendas antigas, que não tenham sido sujeitas a atualização, o aumento é aplicado em janeiro. O senhorio não é obrigado a atualizar o valor, mas se quiser fazê-la tem de notificar o inquilino por carta registada com aviso de recepção. </div><div>Ainda no caso das rendas anteriores a 1990, ficam dispensadas deste aumento as que tiverem sido sujeitas ao mecanismo de atualização extraordinária previsto no Novo Regime de Arrendamento Urbano em vigor há cerca de cinco anos.</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>BEI dá 300 milhões a Portugal para reabilitação urbana</title><description><![CDATA[Um novo impulso acaba de ser dado à reabilitação urbana em Portugal. O Banco Europeu de Investimento (BEI) vai conceder um empréstimo de 300 milhões de euros, que se destina a financiar o Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas (IFRRU 2020), do qual assinou esta semana a concessão da primeira tranche de 100 milhões de euros com as autoridades nacionais.No total, Portugal tem uma plano de investimento em reabilitação urbana, através do IFRRU 2020, de até 1.400 milhões<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ba7d5da3bdfb4b1ba2541fa0bed5534b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/BEI-d%C3%A1-300-milh%C3%B5es-a-Portugal-para-reabilita%C3%A7%C3%A3o-urbana</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/09/14/BEI-d%C3%A1-300-milh%C3%B5es-a-Portugal-para-reabilita%C3%A7%C3%A3o-urbana</guid><pubDate>Thu, 14 Sep 2017 13:53:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ba7d5da3bdfb4b1ba2541fa0bed5534b~mv2.jpg"/><div>Um novo impulso acaba de ser dado à reabilitação urbana em Portugal. O Banco Europeu de Investimento (BEI) vai conceder um empréstimo de 300 milhões de euros, que se destina a financiar o Instrumento Financeiro para a Reabilitação e a Revitalização Urbanas (IFRRU 2020), do qual assinou esta semana a concessão da primeira tranche de 100 milhões de euros com as autoridades nacionais.</div><div>No total, Portugal tem uma plano de investimento em reabilitação urbana, através do IFRRU 2020, de até 1.400 milhões de euros – incluindo ainda um outro financiamento de 80 milhões de Euros obtido junto do Banco de Desenvolvimento do Conselho da Europa, cujo contrato foi assinado pelo Secretário de Estado do Tesouro, no passado dia 3 de março.</div><div>O financiamento agora contratualizado com o BEI &quot;apoiará a regeneração e a revitalização física, económica e social de zonas urbanas por todo o território nacional, promovendo a coesão regional e o desenvolvimento sustentável&quot;, explicam as Finanças em comunicado. </div><div>Este empréstimo-quadro irá, desta forma, &quot;contribuir para uma rápida, eficiente e integral utilização em Portugal dos fundos europeus, permitindo apoiar o aumento da competitividade e da internacionalização da economia portuguesa e, simultaneamente, promover a melhoria do ambiente urbano&quot;, acrescenta a equipa de Mário Centeno.</div><div>O IFRRU 2020 inclui, ainda, uma componente de aumento da eficiência energética da habitação para particulares, alavancando recursos dos Programas Operacionais do Portugal 2020.</div><div>FONTE: IDEALISTA NEWS</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Preço das casas em Portugal sobe 3,8% em três meses</title><description><![CDATA[Queres comprar casa? Então prepara-te para gastar mais uns trocos, isto porque os preços da habitação em Portugal aumentaram 3,8% em três meses – no segundo trimestre face ao primeiro –, para 1.497 euros por m2. Em causa estão dados que constam no índice de preços do idealista. Como seria de esperar, Lisboa é a região mais cara, com preços que rondam os 2.050 euros por m2.RegiõesTodas as regiões assistiram a um aumento de preços em relação ao primeiro trimestre de 2017. As que apresentaram uma<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_69b326eaf2fb466d87aefcb39de2da36%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_353/5a11f1_69b326eaf2fb466d87aefcb39de2da36%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/07/19/Pre%C3%A7o-das-casas-em-Portugal-sobe-38-em-tr%C3%AAs-meses</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/07/19/Pre%C3%A7o-das-casas-em-Portugal-sobe-38-em-tr%C3%AAs-meses</guid><pubDate>Wed, 19 Jul 2017 10:33:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_69b326eaf2fb466d87aefcb39de2da36~mv2.jpg"/><div>Queres comprar casa? Então prepara-te para gastar mais uns trocos, isto porque os preços da habitação em Portugal aumentaram 3,8% em três meses – no segundo trimestre face ao primeiro –, para 1.497 euros por m2. Em causa estão dados que constam no índice de preços do idealista. Como seria de esperar, Lisboa é a região mais cara, com preços que rondam os 2.050 euros por m2.</div><div>Regiões</div><div>Todas as regiões assistiram a um aumento de preços em relação ao primeiro trimestre de 2017. As que apresentaram uma subida mais significativa foram Madeira e Alentejo (8,5% e 7,8%, respetivamente), seguidas por Lisboa, com um aumento de 4,6%. Já as regiões com as menores subidas foram Algarve e Norte (2,9% em ambos os casos) e Centro (2,6%).</div><div>De referir que Lisboa continua a ser a região mais cara do país, com preços de 2.050 euros por m2. Seguem-se Algarve (1.599 euros por m2) e Madeira (1.273 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (939 euros por m2), o Alentejo (1.074 euros por m2) e o Norte (1.081 euros por m2), que são, por isso, as regiões mais baratas do país para comprar casa.</div><div>Distritos</div><div>Em termos distritais, importa salientar que, face aos primeiros três meses do ano, 12 distritos viram os preços subir no segundo trimestre. Os maiores aumentos aconteceram na Madeira (8,7%), Lisboa (6%) e Viseu (5,9%). Já a maior descida foi registada em Beja (-5,9%), seguida por Évora e Guarda (-2,9% em ambos os casos).</div><div>O ranking dos distritos mais caros é liderado por Lisboa (2.421 euros por m2). Seguem-se Faro (1.599 euros por m2) e a ilha da Madeira (1.273 euros por m2). Os preços mais económicos encontram-se em Bragança (628 euros por m2), Guarda (646 euros por m2 ) e Portalegre (669 euros por m2).</div><div>Capitais de Distrito</div><div>Durante o segundo trimestre de 2017, foram 13 as capitais de distrito que viram o preço das casas disparar. A subida mais acentuada foi no Funchal, com 13,7%, seguida pelo Porto (6,5%) e por Aveiro (6,3%). Por outro lado, Beja assistiu a uma queda de preços de 6,7%, sendo seguida por Guarda (-2,5%) e Évora (-2,3%).</div><div>Lisboa continua a ser a capital de distrito onde é mais caro comprar uma habitação, com o m2 avaliado em 3.744 euros. Em seguida aparece o Porto (1.885 euros por m2) e o Funchal (1.536 euros por m2). Em contrapartida, as capitais com os preços mais em conta são Bragança (610 euros por m2), Braga (713 euros por m2) e Castelo Branco (715 euros por m2).</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vendas ao nível dos máximos de 2010: quase 130.000 casas transacionadas</title><description><![CDATA[Os dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) vieram confirmar o que tanto se tem dito e escrito sobre o forte dinamismo que vive atualmente o setor imobliário em Portugal. No ano passado, o número de transações de casas cresceu 18,5% para um total de 127.106 alojamentos familiares, a que corresponde a soma de 14,8 mil milhões de euros. Este valor está em linha com o máximo de vendas registado em 2010 (129.950)..<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_99dce0c9ea1741d3b5c89ca81ee22259%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy® Portugal</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/07/19/Vendas-ao-n%C3%ADvel-dos-m%C3%A1ximos-de-2010-quase-130000-casas-transacionadas</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/07/19/Vendas-ao-n%C3%ADvel-dos-m%C3%A1ximos-de-2010-quase-130000-casas-transacionadas</guid><pubDate>Wed, 19 Jul 2017 10:22:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_99dce0c9ea1741d3b5c89ca81ee22259~mv2.jpg"/><div>Os dados oficiais do Instituto Nacional de Estatística (INE) vieram confirmar o que tanto se tem dito e escrito sobre o forte dinamismo que vive atualmente o setor imobliário em Portugal. No ano passado, o número de transações de casas cresceu 18,5% para um total de 127.106 alojamentos familiares, a que corresponde a soma de 14,8 mil milhões de euros. Este valor está em linha com o máximo de vendas registado em 2010 (129.950).</div><div>.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>IMI dos terrenos vai passar a ser calculado pela área e localização</title><description><![CDATA[A forma de cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai mudar no caso dos terrenos e prédios rústicos.Até agora avaliados com base na produtividade e nos rendimentos líquidos que geram, estes ativos imobiliários vão começar a ser valorizados em função da área e da localização. Este é, pelo menos, o objetivo do Governo, que ainda este mês vai apresentar na Assembleia da República uma proposta de reavaliação.O processo de revisão cadastral dos prédios rústicos, tal como conta o Jornal de<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_5ee8b168eae6455faa56cbb878009bc0%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/04/04/IMI-dos-terrenos-vai-passar-a-ser-calculado-pela-%C3%A1rea-e-localiza%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/04/04/IMI-dos-terrenos-vai-passar-a-ser-calculado-pela-%C3%A1rea-e-localiza%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Tue, 04 Apr 2017 14:21:06 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_5ee8b168eae6455faa56cbb878009bc0~mv2.jpg"/><div>A forma de cálculo do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai mudar no caso dos terrenos e prédios rústicos.</div><div>Até agora avaliados com base na produtividade e nos rendimentos líquidos que geram, estes ativos imobiliários vão começar a ser valorizados em função da área e da localização. Este é, pelo menos, o objetivo do Governo, que ainda este mês vai apresentar na Assembleia da República uma proposta de reavaliação.</div><div>O processo de revisão cadastral dos prédios rústicos, tal como conta o Jornal de Negócios, deverá arrancar com pelos terrenos de maior dimensão, acima dos 50 hectares. Este trabalho de avaliação avança agora, quatro anos depois de estar concluído um processo similar que visou os prédios urbanos.Em Portugal existem cerca de 11,5 milhões de prédios rústicos, sendo que menos de um quarto (por volta de 2,5 milhões) têm mais do que 50 hectares e estão localizados no sul do país.</div><div>Fonte: Jornal de Negócios</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Governo aprova registo gratuito de terras nos próximos dois anos</title><description><![CDATA[O Governo vai avançar com o registo de terras gratuito, nos próximos dois anos, para conhecer os terrenos sem dono, que serão integrados num banco de terras, medidas sobre a floresta que dominarão hoje o Conselho de Ministros.Em declarações à agência Lusa, o ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos (na foto), explicou que caberá ao ministério da Justiça criar o balcão único físico em todas as conservatórias do registo predial e um balcão virtual, sem custos ou emolumentos, para os<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_3dec287a78a74140a428f71dba9ff9b6%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/22/Governo-aprova-registo-gratuito-de-terras-nos-pr%C3%B3ximos-dois-anos</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/22/Governo-aprova-registo-gratuito-de-terras-nos-pr%C3%B3ximos-dois-anos</guid><pubDate>Wed, 22 Mar 2017 11:59:56 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_3dec287a78a74140a428f71dba9ff9b6~mv2.jpg"/><div>O Governo vai avançar com o registo de terras gratuito, nos próximos dois anos, para conhecer os terrenos sem dono, que serão integrados num banco de terras, medidas sobre a floresta que dominarão hoje o Conselho de Ministros.</div><div>Em declarações à agência Lusa, o ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos (na foto), explicou que caberá ao ministério da Justiça criar o balcão único físico em todas as conservatórias do registo predial e um balcão virtual, sem custos ou emolumentos, para os interessados em registar as suas propriedades. &quot;Muitas vezes uma das razões que leva as pessoas a não registarem os seus prédios e, sobretudo quando existem heranças, é porque o custo da burocracia é superior ao valor do próprio prédio rústico&quot;, informou. Na sequência dos registos, ficarão conhecidos, por exclusão, os terrenos sem dono conhecido, que serão integrados num banco, que agregará essas terras para serem exploradas, preferencialmente por cooperativas de produtores florestais.</div><div>&quot;O Governo cederá por arrendamento e, mais tarde, admite vender às pessoas, que depois de vários anos de boa gestão, comprovem ser merecedores de virem a tornar-se proprietários&quot;, referiu à Lusa o governante, referindo ter sido definido como área mínima de atribuição 100 hectares e que &quot;pelo menos 50% da área deve ter cinco prédios inferiores a cinco hectares&quot; . Questionado sobre qual pode ser a dimensão das terras sem donos conhecidos, o ministro apresentou estimativas sobre mais de um milhão de prédios rústicos, &quot;mas ninguém neste momento pode dizer que este número está certo ou errado&quot;. &quot;É uma resposta que poderemos dar com toda a objectividade daqui por dois anos quando o processo do sistema cadastral simplificado estiver concluído&quot;, referiu o governante, garantindo que o &quot;Estado conhece todo o seu património, que está identificado, localizado e está delimitado&quot;. O Executivo socialista somará este banco de terras à bolsa de terras criado pelo governo da coligação PSD/CDS, que passa por apresentar terras para arrendar e vender. A Conselho de Ministros, que se realizará no Palácio de Monserrate, em Sintra, irá ainda a criação de entidades gestoras e o regime de incentivos fiscais &quot;muito generosos, que se aplica quer às novas entidades, quer aos associados e proprietários florestais que integrem os seus terrenos nessas novas entidades&quot;. A reforma &quot;para muitas décadas&quot; do sector florestal será feita através de 12 diplomas, dos quais dois já estão em vigor, e servirá para &quot;dar resposta a um problema tormentoso que há muitas décadas aflige o país: o abandono e má gestão&quot; das florestas, um &quot;activo riquíssimo&quot;.  &quot;A reforma, no seu todo, visa reduzir o risco de incêndios, já que num clima mediterrânico nunca será possível eliminá-lo a 100%. O que queremos é reduzir tanto quanto possível o risco de incêndio&quot;, acrescentou.  O novo pacote legislativo também inclui a reformulação do sistema de prevenção de incêndios, disse. Para os municípios serão transferidas competências, enquanto nos Planos Diretores Municipais estará a componente florestal para saber &quot;o que se pode plantar, onde e como&quot;, anunciou ainda Capoulas Santos. Esta terça-feira decorrerá, em Sintra, o segundo Conselho de Ministros dedicado à floresta, num espaço de cinco meses, depois da realização de uma reunião na Lousã no final de outubro de 2016.</div><div>Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Senhorios não podem proibir cães em casas arrendadas</title><description><![CDATA[Tribunal conclui que “a proibição pode-se considerar violadora de direitos fundamentais do arrendatário”, o que quer dizer que estas cláusulas ‘anti-cão’ podem ser vistas como violadoras da Constituição.Já não vai ser tão fácil para os senhorios proibir a entrada de cães nos contratos de arrendamento.O Tribunal de Relação do Porto abriu um precedente ao decidir a favor de uma inquilina que queria manter o cão em casa, apesar de ter celebrado um contrato onde concordou com o impedimento de<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_483ade316ed545f1ad4c41043cd60bbb%7Emv2.jpg/v1/fill/w_470%2Ch_264/5a11f1_483ade316ed545f1ad4c41043cd60bbb%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/15/Senhorios-n%C3%A3o-podem-proibir-c%C3%A3es-em-casas-arrendadas</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/15/Senhorios-n%C3%A3o-podem-proibir-c%C3%A3es-em-casas-arrendadas</guid><pubDate>Wed, 15 Mar 2017 12:17:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_483ade316ed545f1ad4c41043cd60bbb~mv2.jpg"/><div>Tribunal conclui que “a proibição pode-se considerar violadora de direitos fundamentais do arrendatário”, o que quer dizer que estas cláusulas ‘anti-cão’ podem ser vistas como violadoras da Constituição.</div><div>Já não vai ser tão fácil para os senhorios proibir a entrada de cães nos contratos de arrendamento.</div><div>O Tribunal de Relação do Porto abriu um precedente ao decidir a favor de uma inquilina que queria manter o cão em casa, apesar de ter celebrado um contrato onde concordou com o impedimento de animais no local arrendado.</div><div>A decisão expressa que o animal “reveste-se de importância no seio da família” e portanto torna-se nulo o impedimento do animal no contrato, segundo divulga o JN.</div><div>Outra situação idêntica em Gondomar teve o mesmo fim.</div><div>Apesar da vontade expressa do senhorio de “não permitir no locado a existência de animais domésticos”, o tribunal concluiu que “a proibição pode-se considerar violadora de direitos fundamentais do arrendatário”, o que quer dizer que estas cláusulas ‘anti-cão’ podem ser vistas como violadoras da Constituição.</div><div>Apesar dos cães serem vistos como objetos na lei atual, “o juiz tem de atender ao valor pessoalmente constitutivo que o animal possa ter para o seu dono, por exemplo para uma pessoa que viva sozinha ou no caso de contribuir para o bom desenvolvimento de um filho que tem perturbações de ansiedade”, segundo se pronunciou o Tribunal da Relação do Porto.</div><div>Fonte: O Jornal Económico - 16/12/2016</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Licença de Mediação Imobiliária já pode ser solicitada online</title><description><![CDATA[Entrou em funcionamento o novo serviço do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), que permite o pedido de emissão da licença para o exercício da atividade de mediação imobiliária online. O IMPIC, entidade responsável pela regulação e fiscalização do setor da construção e do imobiliário, lançou o serviço ‘Licença de Mediação Imobiliária na hora’. Desde 24 de fevereiro é possível solicitar a licença para o exercício da atividade de mediação imobiliária online e<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d5d75a334b2c4c5895d3b19e711e99b1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_272/5a11f1_d5d75a334b2c4c5895d3b19e711e99b1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/15/Licen%C3%A7a-de-Media%C3%A7%C3%A3o-Imobili%C3%A1ria-j%C3%A1-pode-ser-solicitada-online</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/03/15/Licen%C3%A7a-de-Media%C3%A7%C3%A3o-Imobili%C3%A1ria-j%C3%A1-pode-ser-solicitada-online</guid><pubDate>Wed, 15 Mar 2017 12:06:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d5d75a334b2c4c5895d3b19e711e99b1~mv2.jpg"/><div>Entrou em funcionamento o novo serviço do Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção (IMPIC), que permite o pedido de emissão da licença para o exercício da atividade de mediação imobiliária online. O IMPIC, entidade responsável pela regulação e fiscalização do setor da construção e do imobiliário, lançou o serviço ‘Licença de Mediação Imobiliária na hora’. </div><div>Desde 24 de fevereiro é possível solicitar a licença para o exercício da atividade de mediação imobiliária online e obter a licença ‘na hora’, desde que devidamente instruída. Um processo cujo tempo normal de tramitação está estimado em 20 dias e que, online, poderá ser concluído em apenas 48 horas. </div><div>Os pedidos de emissão da licença para o exercício da atividade de mediação imobiliária online devem ser apresentados através do Balcão do Empreendedor (BdE), igualmente acessível através do Portal do IMPIC, em ‘Como posso requerer uma licença de Mediação online?’. O novo serviço integra um conjunto mais alargado de medidas, promovidas no âmbito do Programa Simplex + 2016, cujo objetivo é evitar «licenciamentos morosos, complexos e dispersos», fomentando uma «economia competitiva baseada em políticas públicas centradas na eliminação de burocracias e na redução de custos de contexto». </div><div>Fonte: Vida Imobiliária</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>VALOR MÉDIO DE AVALIAÇÃO BANCÁRIA CONTINUA A AUMENTAR</title><description><![CDATA[O valor médio de avaliação bancária aumentou 6 euros por metro quadrado em janeiro, fixando-se nos 1.106 euros/m² para o total do país.Este valor representa uma variação mensal de 0,5%, inferior aos 0,8% do mês anterior. Para este resultado, contribuiu essencialmente a Área Metropolitana de Lisboa, com uma variação de 0,8% face a dezembro, num total de 1.341 euros/m². Apenas as regiões autónomas registaram decréscimos mensais.Na comparação dom janeiro de 2016, o valor médio de avaliação bancária<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_0a33ef08fb3a48d0bc74a5037c269674%7Emv2.jpg/v1/fill/w_620%2Ch_264/5a11f1_0a33ef08fb3a48d0bc74a5037c269674%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/27/VALOR-M%C3%89DIO-DE-AVALIA%C3%87%C3%83O-BANC%C3%81RIA-CONTINUA-A-AUMENTAR</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/27/VALOR-M%C3%89DIO-DE-AVALIA%C3%87%C3%83O-BANC%C3%81RIA-CONTINUA-A-AUMENTAR</guid><pubDate>Mon, 27 Feb 2017 12:02:18 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_0a33ef08fb3a48d0bc74a5037c269674~mv2.jpg"/><div>O valor médio de avaliação bancária aumentou 6 euros por metro quadrado em janeiro, fixando-se nos 1.106 euros/m² para o total do país.</div><div>Este valor representa uma variação mensal de 0,5%, inferior aos 0,8% do mês anterior. Para este resultado, contribuiu essencialmente a Área Metropolitana de Lisboa, com uma variação de 0,8% face a dezembro, num total de 1.341 euros/m². Apenas as regiões autónomas registaram decréscimos mensais.</div><div>Na comparação dom janeiro de 2016, o valor médio de avaliação bancária do total do país registou uma subida de 5,6%, depois dos 4,8% do mês anterior. A região Norte cresceu 6,2%, e esta foi a variação mais intensa.</div><div>Também segundo o INE, o valor médio de avaliação dos apartamentos fixou-se nos 1.149 euros/m² em janeiro, mais 0,5% que em dezembro. As subidas mensais mais acentuadas registaram-se no Algarve e nos Açores, que cresceram 1,4% para os 1.324 euros/m² e 1.106 euros/m². Face ao período homólogo, a avaliação por metro quadrado dos apartamentos cresceu 5,2%, depois dos 4,4% de dezembro. Lisboa registo a subida homóloga mais expressiva, de 71 euros/m² (5,6%).</div><div>No caso das moradias, o valor de avaliação fixou-se nos 1.034 euros/m² em janeiro, mais 8 euros que no mês anterior, e mais 5,9% que em igual mês do ano anterior. Todas as regiões NUTS II, à exceção dos Açores, registaram variações mais intensas que no mês anterior, com o Algarve a destacar-se com uma subida de 10,8% em janeiro. </div><div>Fonte: Vida Imobiliária</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Quer arrendar uma casa em Lisboa por 116 euros?</title><description><![CDATA[A Câmara Municipal de Lisboa o concurso para a 13ª edição do Programa Renda Convencionada, onde estão 10 habitações municipais para arrendamento com valores que vão dos 166 aos 474 euros. Até 15 de Março pode concorrer a estas casas que fazem parte do Projecto Re-Habitar e para as quais pode marcar uma visita entre 20 de Fevereiro a 24 de Fevereiro.As as tipologias variam entre T1 e T4 e as habitações situam-se na Ajuda, Alvalade, Benfica, Lumiar, Misericórdia e Olivais.As candidaturas são<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cc17a0c038494ac09314fac2b5f86298%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_208/5a11f1_cc17a0c038494ac09314fac2b5f86298%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/20/Quer-arrendar-uma-casa-em-Lisboa-por-116-euros</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/20/Quer-arrendar-uma-casa-em-Lisboa-por-116-euros</guid><pubDate>Mon, 20 Feb 2017 10:57:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cc17a0c038494ac09314fac2b5f86298~mv2.jpg"/><div>A Câmara Municipal de Lisboa o concurso para a 13ª edição do Programa Renda Convencionada, onde estão 10 habitações municipais para arrendamento com valores que vão dos 166 aos 474 euros. </div><div>Até 15 de Março pode concorrer a estas casas que fazem parte do Projecto Re-Habitar e para as quais pode marcar uma visita entre 20 de Fevereiro a 24 de Fevereiro.</div><div>As as tipologias variam entre T1 e T4 e as habitações situam-se na Ajuda, Alvalade, Benfica, Lumiar, Misericórdia e Olivais.</div><div>As candidaturas são realizadas online e poderá obter todas as informações <a href="http://rehabitarlisboa.cm-lisboa.pt/visualizacao.html?tx_ttnews%5Btt_news%5D=510&amp;tx_ttnews%5BbackPid%5D=65&amp;cHash=9e20ecb9bb06599f08bdfebc0631f86b">AQUI</a></div><div>Fonte: Diário Imobiliario</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Euforia no crédito à habitação: empréstimos dados sobem 44% e famílias cumprem mais</title><description><![CDATA[Numa trajetória de claro e consecutivo crescimento, ao longo dos últimos quatro anos, a concessão de empréstimos para a compra de casa atingiu em 2016 o volume mais alto desde o estalar da crise em 2010. Nesse ano os bancos tinham dado mais de dez mil milhões de euros em crédito à habitação e no ano passado concederam cerca de 5.790 milhões, o que corresponde a um aumento de 44,28% face aos 4.013 milhões de euros de 2014, segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal.O negócio do crédito à<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_acd3021f5d2440f796de606e0d734aa2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_351%2Ch_179/5a11f1_acd3021f5d2440f796de606e0d734aa2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/15/Euforia-no-cr%C3%A9dito-%C3%A0-habita%C3%A7%C3%A3o-empr%C3%A9stimos-dados-sobem-44-e-fam%C3%ADlias-cumprem-mais</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/15/Euforia-no-cr%C3%A9dito-%C3%A0-habita%C3%A7%C3%A3o-empr%C3%A9stimos-dados-sobem-44-e-fam%C3%ADlias-cumprem-mais</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2017 11:42:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_acd3021f5d2440f796de606e0d734aa2~mv2.jpg"/><div>Numa trajetória de claro e consecutivo crescimento, ao longo dos últimos quatro anos, a concessão de empréstimos para a compra de casa atingiu em 2016 o volume mais alto desde o estalar da crise em 2010. Nesse ano os bancos tinham dado mais de dez mil milhões de euros em crédito à habitação e no ano passado concederam cerca de 5.790 milhões, o que corresponde a um aumento de 44,28% face aos 4.013 milhões de euros de 2014, segundo os dados mais recentes do Banco de Portugal.</div><div>O negócio do crédito à habitação cresce num contexto marcado por baixas taxas de juro - com as Euribor historicamente em terreno negativo - e uma maior disponibilidade dos bancos para concederem empréstimos com spreads mais baratos e condições de financiamento mais favoráveis. A par disso, os portugueses voltam a estar mais disponíveis para comprar casa, devido a uma certa melhoria da situação económica, bem como motivados pelo encarecimento do mercado de arrendamento, que torna, por vezes, esta opção menos atrativa do que o investimento numa habitação própria.</div><div>O financiamento para a compra de casa é, aliás, a principal atividade de crédito dos bancos atualmente junto das famílias, tal como mostram as estatísticas oficiais do Banco de Portugal. Por outro lado, assiste-se também a um aumento da procura de crédito ao consumo por parte dos particulares, que chegou aos 3.805 milhões de euros, num crescimento de 20,6% face aos 3.155 milhões de euros que tinham sido disponibilizados no ano anterior. Somente em 2008, foi concedido mais crédito ao consumo em Portugal do que no ano passado. </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_55f557a087d146bb897d68326f60afa9~mv2.jpg"/><div>Malparado em queda</div><div>Por outro lado, as famílias portuguesas parecem estar agora mais cumpridoras na hora de pagar as suas dívidas junto da banca. O crédito malparado caiu em 2016 para mínimos de quatro anos, ficando em 3,87%, também segundo dados do Banco de Portugal.</div><div>A quebra do malparado foi transversal à generalidade dos segmentos de crédito às famílias. No caso dos empréstimos para a compra de casa desceu, em dezembro, para 2,46% do total de financiamento com este fim, para se fixar em 2.331 milhões de euros. No consumo baixou para 6,17% do total de crédito com essa finalidade, o que corresponde ao nível mais baixo desde maio de 2009. </div><div>Fonte: Idealista News/Banco de Portugal</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Novo IMI: herdeiros têm até final de Março para se entenderem</title><description><![CDATA[Muitas contas em muito pouco tempo. Estes são dois desafios que se colocam aos proprietários de prédios de habitação e terrenos para construção cujo valor possa cair na alçada do novo imposto sobre imóveis, o adicional ao imposto municipal sobre imóveis (AIMI), a pagar este ano. Os prazos para escolher a melhor forma de tributação são curtos, e, se nada for acautelado, a factura a enviar pelas Finanças em Junho terá de ser paga, sem direito a correcção, em Setembro.O novo AIMI aplica-se aos<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_156bc94d58bc4a229161e2e8930c3ba3%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/14/Novo-IMI-herdeiros-t%C3%AAm-at%C3%A9-final-de-Mar%C3%A7o-para-se-entenderem</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/14/Novo-IMI-herdeiros-t%C3%AAm-at%C3%A9-final-de-Mar%C3%A7o-para-se-entenderem</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2017 18:46:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_156bc94d58bc4a229161e2e8930c3ba3~mv2.jpg"/><div>Muitas contas em muito pouco tempo. Estes são dois desafios que se colocam aos proprietários de prédios de habitação e terrenos para construção cujo valor possa cair na alçada do novo imposto sobre imóveis, o adicional ao imposto municipal sobre imóveis (AIMI), a pagar este ano. Os prazos para escolher a melhor forma de tributação são curtos, e, se nada for acautelado, a factura a enviar pelas Finanças em Junho terá de ser paga, sem direito a correcção, em Setembro.</div><div>O novo AIMI aplica-se aos prédios urbanos destinados a habitação, detidos por pessoas singulares ou colectivas (empresas). As heranças indivisas (conjunto de bens que ainda não foram separados e que são representados pelo cabeça de casal) são equiparadas a pessoas colectivas, ou seja, para efeito deste imposto são somados todos os imóveis, como se de um só proprietário se tratasse.</div><div>Importa referir que, no caso de pessoas singulares e heranças indivisas, o novo imposto (0,7%) aplica-se a partir do valor tributário acima dos 600 mil euros, passando a ser cobrado 1% sobre o valor acima de 1,2 milhões de euros. No caso de casados e em união de facto, aplica-se os mesmos 0,7% acima de 1,2 milhões de euros, e 1% a partir do dobro, isto é, 2,4 milhões de euros. As pessoas colectivas (empresas ou equiparadas com prédios urbanos destinados a habitação) pagarão 0,4% sobre todo o valor patrimonial tributário (VTP). O valor a ter em conta para efeitos do AIMI é o que constava das matrizes a 1 de Janeiro de 2017.</div><div>A necessidade de fazer contas aplica-se a um número significativo de contribuintes, mas pode assumir particular relevância nos casos que envolvam heranças indivisas, em que é preciso chegar a um consenso até final de Março. E se muitas das heranças indivisas são uma opção dos herdeiros, muitas outras são o resultado de profundas divergências entre herdeiros, com recurso frequente aos tribunais.</div><div>O que é mais vantajoso?</div><div>Na herança indivisa, os herdeiros devem avaliar se é mais vantajoso deixar o valor patrimonial todo junto, ou se deve ser separado, tendo em conta a quota ou a percentagem de cada um. Com esta divisão, cada herdeiro assume, se for esse o caso, o pagamento da nova componente do imposto.</div><div>A divisão, que não corresponde a uma partilha efectiva dos bens, nem à alteração do titular do imóvel inscrito na matriz predial, assume relevância, se o valor patrimonial de todos os bens superar os 600 mil euros de isenção.</div><div>Mas o valor que resultar da divisão vai somar-se ao valor patrimonial que cada um dos herdeiros tenha individualmente, fora da herança, o que pode rebentar com os limites de isenção (600 mil euros no caso de solteiros e 1,2 milhões de euros no caso de casados ou em união de facto), de que beneficiariam sem essa divisão.</div><div>No caso de muitos herdeiros, o consenso pode ser mais difícil, porque mais facilmente uns saem beneficiados e outros prejudicados, e basta a discordância de um para inviabilizar a divisão dos bens em causa.</div><div>A menos que o fisco venha a alargar os prazos, o tempo útil para chegar a acordo, pela divisão, é o mês de Março, durante o qual o cabeça de casal (administrador da herança) terá de entregar uma declaração nesse sentido, com a identificação de todos os herdeiros e as suas quotas.</div><div>Esse processo será feito apenas electronicamente, no site do Portal das Finanças, através do preenchimento de uma declaração/modelo ainda a publicar em portaria, durante os próximos dias. Cumprido esse primeiro passo do processo, cada um dos herdeiros terá, durante o mês de Abril, de confirmar, também através do Portal das Finanças, as respectivas quotas. Na prática, cada um tem de confirmar que aceita tal divisão; caso contrário o fisco assume a herança como um todo.</div><div>Com ou sem herança indivisa, os proprietários casados ou em união de facto também deverão avaliar a situação que melhor lhes convém, e dar essa indicação expressa às Finanças, entre 1 de Abril e 31 de Maio. Isto, porque estes sujeitos passivos podem optar pela tributação conjunta deste AIMI, somando os valores patrimoniais e dividindo por dois. Nesta modalidade, passam a beneficiar de uma isenção de 1,2 milhões de euros de valor de património, o que pode ser vantajoso nos casos em que um membro do casal tem mais património do que o outro.</div><div>Mas há outras opções: os sujeitos passivos casados sob o regime de comunhão de bens que não queiram optar pela junção total podem identificar, através de declaração conjunta, a titularidade dos prédios, indicando os que são de cada um e os que são comuns do casal. Se nada for declarado, e nos prazos estabelecidos, a soma do valor dos imóveis vai ser feita de acordo com o nome que constar na matriz predial, como é feito para o sujeito passivo singular.</div><div>Fonte: Jornal Público</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>As vantagens de arrendar casa com opção de compra (Alerta DECO)</title><description><![CDATA[Vais casar e achas que avançar para a compra de casa pode ser um passo muito arriscado?No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te as vantagens do arrendamento com opção de compra. Fica a saber mais sobre esta modalidade. Envia a tua questão para a Deco, por email para gcabral@deco.pt ou por telefone para 00 351 21 371 02 20.“Temos<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e5f11441f0b0455e88b460bb5d285fbc%7Emv2.jpg/v1/fill/w_620%2Ch_387/5a11f1_e5f11441f0b0455e88b460bb5d285fbc%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/08/As-vantagens-de-arrendar-casa-com-op%C3%A7%C3%A3o-de-compra-Alerta-DECO</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/08/As-vantagens-de-arrendar-casa-com-op%C3%A7%C3%A3o-de-compra-Alerta-DECO</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2017 17:23:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e5f11441f0b0455e88b460bb5d285fbc~mv2.jpg"/><div>Vais casar e achas que avançar para a compra de casa pode ser um passo muito arriscado?</div><div>No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te as vantagens do arrendamento com opção de compra. Fica a saber mais sobre esta modalidade. </div><div>Envia a tua questão para a Deco, por email para <a href="mailto:gcabral@deco.pt?subject=">gcabral@deco.pt</a> ou por telefone para 00 351 21 371 02 20.</div><div>“Temos casamento marcado para este verão e estamos a organizar a nossa vida futura. Tanto eu como a minha namorada recebemos apenas o salário mínimo nacional e estamos receosos quanto à compra de casa. E se depois não conseguimos pagar o crédito? Há outras soluções?”</div><div>Podemos dizer-te desde já que há outras saídas para o vosso dilema. A instabilidade profissional, as limitações no acesso ao crédito, os elevados spreads podem abrir portas a novas perspetivas de oportunidades. Para o vosso caso parece-nos interessante o arrendamento com opção de compra.</div><div>Arrendar com opção de compra também pode ser a vossa solução ao encontrar a casa e a zona envolvente que reúnam as condições desejadas. Pelo lado do vendedor, este não fica com a casa parada e junta algum capital. Esta modalidade começa agora a ser discutida mais atentamente e surge como uma modalidade mista. Tem em vista a compra de casa, mas, durante um período inicial variável, contempla o arrendamento. A aquisição propriamente dita só se concretiza mais tarde.</div><div>Este é um negócio entre particulares, portanto não há um modelo predefinido, embora o contrato seja idêntico ao de um arrendamento tradicional, incluindo uma cláusula que obriga o proprietário a vender o imóvel pelo preço acordado, caso o inquilino exerça o seu direito de compra no prazo estipulado.</div><div>Assim, todas as condições podem ser negociadas entre o arrendatário e o vendedor e o contrato de arrendamento deve ser redigido conforme o interesse, necessidade e conveniência do proprietário e do futuro comprador. Flexibilidade é, pois, a característica forte deste tipo de transações.</div><div>Antes de decidirem, aconselhamos que façam uma simulação. Podes utilizar o simulador disponível o nosso site. Se concluírem que arrendar previamente é menos vantajoso que comprar já o imóvel, façam nova simulação, alterando algumas variáveis. Por exemplo, o volume das rendas deduzidas, o valor da entrada ou o prazo de arrendamento.</div><div>Informem-se em: <a href="http://www.deco.proteste.pt/casa/arrendamento/simule-e-poupe/arrendamento-com-opcao-de-compra">http://www.deco.proteste.pt/casa/arrendamento/simule-e-poupe/arrendamento-com-opcao-de-compra</a></div><div>Fonte: DECO</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Portugal no topo do ranking para comprar imobiliário em 2017</title><description><![CDATA[Portugal está no topo do ranking como um dos melhores destinos para comprar imobiliário em 2017, seguido pela Colômbia e República Dominicana.Segundo a publicação Live and Invest Overseas a região do Algarve está em primeiro lugar da tabela, referindo que as propriedades na região mais a sul de Portugal se classificam entre as "melhores pechinchas da Europa ... A longo prazo, a propriedade no Algarve manterá o seu valor graças a restrições à construção na orla costeira".No segundo lugar<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_a03fc6b491c74e1e9f61114f932d3127%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/06/Portugal-no-topo-do-ranking-para-comprar-imobili%C3%A1rio-em-2017</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/06/Portugal-no-topo-do-ranking-para-comprar-imobili%C3%A1rio-em-2017</guid><pubDate>Mon, 06 Feb 2017 12:15:09 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_a03fc6b491c74e1e9f61114f932d3127~mv2.jpg"/><div>Portugal está no topo do ranking como um dos melhores destinos para comprar imobiliário em 2017, seguido pela Colômbia e República Dominicana.</div><div>Segundo a publicação Live and Invest Overseas a região do Algarve está em primeiro lugar da tabela, referindo que as propriedades na região mais a sul de Portugal se classificam entre as &quot;melhores pechinchas da Europa ... A longo prazo, a propriedade no Algarve manterá o seu valor graças a restrições à construção na orla costeira&quot;.</div><div>No segundo lugar encontra-se a cidade de Lisboa, que &quot;em comparação com as cidades da Europa Ocidental como Paris, Londres, Dublin, Madrid e Roma, &quot;a capital portuguesa oferece em geral, um melhor clima, melhores preços a nível de imobiliário e um menor custo de vida&quot;.</div><div>Na terceira posição, ficou a cidade de Cali na Colômbia e na quarta a cidade colombiana de Bogotá.</div><div>Las Terrenas na República Dominicana alcançou o quinto lugar, sendo o sexto ocupado pela Playa del Carmen no México. Cocle no Panamá , ficou classificada no sétimo lugar e a região do Ceará no Brasil conseguiu a oitava posição. Cabo Verde alcança neste ranking o nono lugar.</div><div>Fonte: Diário Imobiliário</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Fevereiro arranca com prestação da casa outra vez mais baixa</title><description><![CDATA[O mês de fevereiro vai trazer uma nova poupança para quem tem de pagar um crédito à habitação. A prestação da casa, graças ao continuado contexto de taxas de juro negativas, vai baixar para quem tem contratos indexados à Euribor a seis meses, mas também para a três meses. Em ambos os casos, os valores são os mais baixos desde dezembro de 2010. Segundo os cálculos feitos para a Lusa pela Deco/Dinheiro&Direitos, num empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos indexado à Euribor a seis meses com<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e1ee5ce9398440f6ab001a8458dc8e9a%7Emv2.png/v1/fill/w_533%2Ch_347/5a11f1_e1ee5ce9398440f6ab001a8458dc8e9a%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/01/Fevereiro-arranca-com-presta%C3%A7%C3%A3o-da-casa-outra-vez-mais-baixa</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/02/01/Fevereiro-arranca-com-presta%C3%A7%C3%A3o-da-casa-outra-vez-mais-baixa</guid><pubDate>Wed, 01 Feb 2017 11:10:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e1ee5ce9398440f6ab001a8458dc8e9a~mv2.png"/><div>O mês de fevereiro vai trazer uma nova poupança para quem tem de pagar um crédito à habitação. A prestação da casa, graças ao continuado contexto de taxas de juro negativas, vai baixar para quem tem contratos indexados à Euribor a seis meses, mas também para a três meses. Em ambos os casos, os valores são os mais baixos desde dezembro de 2010. </div><div>Segundo os cálculos feitos para a Lusa pela Deco/Dinheiro&amp;Direitos, num empréstimo no valor de 150 mil euros a 30 anos indexado à Euribor a seis meses com um 'spread' (margem de lucro do banco) de 1%, esse cliente vai passar a pagar já este mês 466,37 euros, menos 3,25 euros face à mensalidade que pagava desde a última revisão, em agosto. </div><div>Já num empréstimo nas mesmas condições, mas indexado à Euribor a três meses, o valor a pagar será de 460,33 euros, menos 1,12 euros do que na revisão de novembro. </div><div>As prestações da casa, tal como recorda a agência de notícias, têm caído consecutivamente acompanhando a redução das taxas Euribor, que negoceiam em valores negativos históricos.</div><div>Em janeiro, a média mensal da taxa Euribor continuou a acentuar os valores negativos para -0,236% a seis meses e -0,326% a três meses. </div><div>A expetativa do mercado é de que os juros continuem baixos até março de 2019. Até lá, as famílias devem continuar a beneficiar deste alivio na prestação graças ao programa que o Banco Central Europeu tem em curso para dinamizar a economia da zona euro.</div><div>FONTE: Idealista NEWS</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Onde é mais barato comprar casa em Portugal?</title><description><![CDATA[O preço das casas em Portugal registou uma subida de 7,5% durante o quarto trimestre de 2016. Lisboa e Porto continuam a ter as casas mais caras.Os preços das casas em Portugal subiram 7,5% no último trimestre do ano passado e chegaram aos 1,351 euros/m2 na média nacional, segundo o índice imobiliário de venda da plataforma online ‘o idealista’. Lisboa continua a ser a região mais cara e onde os preços mais subiram, enquanto o Alentejo, o Centro e a Madeira foram as regiões do país onde a subida<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_8d2a09a27cf14d68976711fbe2c8e27a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_216/5a11f1_8d2a09a27cf14d68976711fbe2c8e27a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy®</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/01/05/Onde-%C3%A9-mais-barato-comprar-casa-em-Portugal</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2017/01/05/Onde-%C3%A9-mais-barato-comprar-casa-em-Portugal</guid><pubDate>Thu, 05 Jan 2017 11:55:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_8d2a09a27cf14d68976711fbe2c8e27a~mv2.jpg"/><div>O preço das casas em Portugal registou uma subida de 7,5% durante o quarto trimestre de 2016. Lisboa e Porto continuam a ter as casas mais caras.</div><div>Os preços das casas em Portugal subiram 7,5% no último trimestre do ano passado e chegaram aos 1,351 euros/m2 na média nacional, segundo o índice imobiliário de venda da plataforma online ‘o idealista’. Lisboa continua a ser a região mais cara e onde os preços mais subiram, enquanto o Alentejo, o Centro e a Madeira foram as regiões do país onde a subida do valor das habitações não se verificou.</div><div>Em 13 dos 20 distritos portugueses, registaram-se aumentos no preço das casas nos últimos três meses do ano em relação ao terceiro trimestre de 2016. No pódio das capitais de distrito estão Lisboa com uma subida de 9,7% para 3.231 euros/m2, o Porto que escala 8,5% e Évora com um aumento de 6,8%. Pelo contrário, as maiores descidas aconteceram aconteceram em Coimbra (-5,9%), seguido de Aveiro e Beja (-3,1% em ambos os casos).</div><div>Em relação ao valor, Lisboa mantém-se na liderança entre as capitais de distrito com o preço mais elevado por metro quadrado. No Porto, os valores chegam a 1.598 euros/m2 e no Funchal aos 1.250 euros/m2. As capitais onde os preços das casas são mais económicos são Bragança (633 euros/m2), Braga (672 euros/m2) e Guarda (698 euros/m2).</div><div>FONTE: www.jornaleconomico.sapo.pt/</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Quase 75% das famílias Já têm internet em casa</title><description><![CDATA[Entre 2010 e 2017, o acesso à internet em banda larga a partir de casa aumentou 23 pontos percentuaisMais de sete em cada dez famílias em Portugal têm ligação à internet em casa, um aumento de 20 pontos percentuais face a 2010, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.Segundo os resultados do Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias realizado em 2016, 74% das famílias em Portugal têm ligação à internet em casa, sendo que<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d907bfe1abaa465e9863e1b28666ae48%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_413/5a11f1_d907bfe1abaa465e9863e1b28666ae48%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/11/22/Quase-75-das-fam%C3%ADlias-J%C3%A1-t%C3%AAm-internet-em-casa</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/11/22/Quase-75-das-fam%C3%ADlias-J%C3%A1-t%C3%AAm-internet-em-casa</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2016 18:14:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_d907bfe1abaa465e9863e1b28666ae48~mv2.jpg"/><div>Entre 2010 e 2017, o acesso à internet em banda larga a partir de casa aumentou 23 pontos percentuais</div><div>Mais de sete em cada dez famílias em Portugal têm ligação à internet em casa, um aumento de 20 pontos percentuais face a 2010, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) hoje divulgados.</div><div>Segundo os resultados do Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias realizado em 2016, 74% das famílias em Portugal têm ligação à internet em casa, sendo que a maioria destes agregados acede á internet, através de banda larga.</div><div>Entre 2010 e 2017, o acesso à internet em banda larga a partir de casa aumentou 23 pontos percentuais, passando de 50% para 73%.</div><div>Os dados indicam que os níveis de acesso à internet e à banda larga são mais elevados nas famílias com crianças, situando-se nos 96% e 94%, respetivamente,</div><div>&quot;As famílias sem crianças registam em geral proporções inferiores à média nacional (66% para o acesso à internet e 65% para o acesso através de banda larga), excetuando-se as famílias sem crianças compostas por três ou mais adultos, nas quais 87% têm ligação à internet e 85% têm uma ligação por banda larga&quot;, refere o INE.</div><div>Em 2016, 74% dos residentes em Portugal, com idades entre os 16 e os 74 anos, referiram já ter usado a internet em algum momento, representando um aumento do indicador nacional em 20 p.p. face a 2010, e a redução do distanciamento face à UE-28 (de 19 p.p. em 2010 para 11 p.p. em 2015).</div><div>Tomando como referência uma utilização mais recente, 70% das pessoas, com idades entres 16 a 74 anos, disseram ter utilizado a internet nos três meses anteriores à entrevista.</div><div>Por nível de escolaridade, registam-se taxas de utilização da internet de 96% paras as pessoas que completaram o ensino secundário e de 98% para aquelas com o ensino superior (98%).</div><div>Os dados apontam também que a utilização da internet é uma prática generalizada entre os estudantes, e em 82% da população empregada. Relativamente aos desempregados, 68% referem utilizar a internet.</div><div>Os resultados revelam ainda que a proporção de utilizadores diminui significativamente com o aumento da idade. Em 2016, o grupo etário entre 45 e 54 anos registou pela primeira vez uma taxa de utilização superior à média nacional.</div><div>Relativamente às pessoas que fazem encomendas pela internet, 23% em 2016, os números revelam que este indicador tem vindo a aumentar desde 2010 (mais 13 p.p.), mas em ritmo inferior ao verificado para a proporção de utilizadores da internet.</div><div>A prática de fazer encomendas pela internet é a mais frequente para quem completou o ensino superior (53%) e para utilizadores com idades entre os 25 e os 34 anos (44%).</div><div>De acordo com o inquérito, os equipamentos mais utilizados para aceder à internet são o telemóvel/smartphone (78%) e o computador portátil (73%).</div><div>Em 2016, 72% dos utilizadores acederam à internet em mobilidade, contra 35%, em 2012.</div><div>Segundo o INE, cerca de metade (49%) dos utilizadores disponibilizaram na internet informação de caráter pessoal.</div><div>A Área Metropolitana de Lisboa é a região que apresenta as taxas de utilização mais elevadas no país, com 82% de utilizadores da internet e 31% de pessoas que efetuam encomendas pela internet.</div><div>Fonte: Diário de Notícias</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Já te podes candidatar a uma casa com renda a partir de 104 euros da CML</title><description><![CDATA[A Câmara Municipal de Lisboa pretende colocar no mercado 12 habitações municipais, com preços entre os 166 e os 466 euros por mês, através do Programa Renda Convencionada, que já vai na sétima edição. As candidaturas abriram no fim de novembro e estão abertas até dia 31 de janeiro, podendo os imóveis ser visitados mediante marcação prévia. De acordo com o Público, que se apoia em informações da autarquia, podem candidatar-se a este programa “pessoas singulares e seus agregados familiares,<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f881bc7450794bb0ad80f227a734972e%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/11/22/J%C3%A1-te-podes-candidatar-a-uma-casa-com-renda-a-partir-de-104-euros-da-CML</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/11/22/J%C3%A1-te-podes-candidatar-a-uma-casa-com-renda-a-partir-de-104-euros-da-CML</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2016 17:58:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f881bc7450794bb0ad80f227a734972e~mv2.jpg"/><div>A Câmara Municipal de Lisboa pretende colocar no mercado 12 habitações municipais, com preços entre os 166 e os 466 euros por mês, através do Programa Renda Convencionada, que já vai na sétima edição. As candidaturas abriram no fim de novembro e estão abertas até dia 31 de janeiro, podendo os imóveis ser visitados mediante marcação prévia. </div><div>De acordo com o Público, que se apoia em informações da autarquia, podem candidatar-se a este programa “pessoas singulares e seus agregados familiares, nacionais e estrangeiras, com título de residência válido em território português, maiores de 18 anos, residentes dentro ou fora do concelho de Lisboa”. A candidatura é feita através da internet e as casas são atribuídas por sorteio informático. </div><div>Entre as 12 habitações para arrendar em Lisboa há uma na freguesia de Alvalade, uma em Campo de Ourique, duas em Marvila, três na Estrela e cinco na Misericórdia. Quatro destas casas necessitam de “pequenas obras de conservação”, que estão avaliadas em cerca de 1.000 euros. Segundo a autarquia, está previsto que as obras sejam realizadas pelo arrendatário e que o valor seja depois deduzido no valor das rendas a pagar nos primeiros seis meses de contrato. </div><div>Citada pelo Público, a vereadora da Habitação da autarquia, Paula Marques, adiantou que já foram arrendadas cerca de 100 casas ao abrigo do Programa de Renda Convencionada. </div><div>Para mais informações consulta o site<a href="http://rehabitarlisboa.cm-lisboa.pt/inicio.html">rehabitarlisboa</a>.</div><div>Fonte: IDEALISTA News | Jornal Público</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>OE2017: tudo sobre o novo imposto sobre imóveis</title><description><![CDATA[A proposta do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), aprovada pelo Governo e apresentada no Parlamento no passado dia 14 de outubro, traz novidades que afetam a vida dos portugueses. Apresentamos-te um guia com as principais mudanças na tributação dos imóveis, preparado pela PricewaterhouseCoopers (PWC) para o idealista/news. Como se vai tributar o património imobiliário?Imposto do Selo Em resultado da criação do Adicional ao IMI, é revogada a tributação em sede de imposto do selo, à taxa geral<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_25741efb05e24915b481483cf45cfc16%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_256/5a11f1_25741efb05e24915b481483cf45cfc16%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/10/17/OE2017-tudo-sobre-o-novo-imposto-sobre-im%C3%B3veis</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/10/17/OE2017-tudo-sobre-o-novo-imposto-sobre-im%C3%B3veis</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2016 11:46:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_25741efb05e24915b481483cf45cfc16~mv2.jpg"/><div>A proposta do Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), aprovada pelo Governo e apresentada no Parlamento no passado dia 14 de outubro, traz novidades que afetam a vida dos portugueses. Apresentamos-te um guia com as principais mudanças na tributação dos imóveis, preparado pela PricewaterhouseCoopers (PWC) para o idealista/news. </div><div>Como se vai tributar o património imobiliário?</div><div>Imposto do Selo </div><div>Em resultado da criação do Adicional ao IMI, é revogada a tributação em sede de imposto do selo, à taxa geral de 1%, incidente sobre a propriedade, usufruto ou direito de superfície de prédios habitacionais ou terrenos para construção habitacional com valor patrimonial tributário igual ou superior a 1 milhão de euros. A revogação produz efeitos a 31 de dezembro de 2016, o que inclui o imposto que seria devido em 2017 relativamente a 2016. </div><div>Adicional ao IMI (AIMI) </div><div>É aditado ao Código do IMI, o AIMI devido pelos proprietários, usufrutuários ou superficiários de prédios urbanos situados no território português, com exceção dos afetos a uma atividade industrial, os licenciados para a atividade turística e os isentos de IMI. O AIMI incide sobre a soma dos Valores Patrimoniais Tributários (VPT) dos prédios urbanos detidos por cada sujeito passivo com referência 1 de janeiro de cada ano. A taxa é de 0,3%. Regra geral, o AIMI incide apenas sobre a soma dos VPT que resulte em valores acima dos 600 mil euros. No caso de sujeitos passivos casados ou em união de facto, que optem pela tributação conjunta, esse valor ascende a 1,2 milhões de euros.No entanto, em casos específicos, nomeadamente quando hajam dívidas tributárias ou os proprietários sejam residentes em off-shore, o AIMI incide sobre a totalidade dos VPT dos prédios urbanos detidos por cada sujeito passivo. Em determinadas situações, é ainda possível a sua dedução, total ou parcial, para efeitos do apuramento do IRS ou IRC a pagar pelos sujeitos passivos. <div>FONTE: IDEALISTA NEWS</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CONVITES SIL - Salão Imobiliário de Portugal 2016 - FIL de 5 a 9 de Outubro</title><description><![CDATA[A 2easy Portugal irá estar presente no Salão Imobiliário de Portugal que decorrerá na FIL em Lisboa nos próximos dias 5/6/7/8 e 9 de Outubro de 2016.O SIL - Salão Imobiliário de Portugal, é o principal certame do sector imobiliário nacional. Sendo por esse facto uma feira de excelência para a Rede 2easy apresentar ao mercado o trabalho que tem vindo a desenvolver no âmbito da mediação imobiliária e as duas soluções de negócio que disponibiliza àqueles empreendedores que pretendem entrar neste<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_448a8bdc269147c4b5d839f6612f684c%7Emv2.png/v1/fill/w_626%2Ch_347/5a11f1_448a8bdc269147c4b5d839f6612f684c%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/27/CONVITES-SIL---Sal%C3%A3o-Imobili%C3%A1rio-de-Portugal-2016---FIL-de-5-a-9-de-Outubro</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/27/CONVITES-SIL---Sal%C3%A3o-Imobili%C3%A1rio-de-Portugal-2016---FIL-de-5-a-9-de-Outubro</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2016 16:46:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_448a8bdc269147c4b5d839f6612f684c~mv2.png"/><div>A 2easy Portugal irá estar presente no Salão Imobiliário de Portugal que decorrerá na FIL em Lisboa nos próximos dias 5/6/7/8 e 9 de Outubro de 2016.</div><div>O SIL - Salão Imobiliário de Portugal, é o principal certame do sector imobiliário nacional. Sendo por esse facto uma feira de excelência para a Rede 2easy apresentar ao mercado o trabalho que tem vindo a desenvolver no âmbito da mediação imobiliária e as duas soluções de negócio que disponibiliza àqueles empreendedores que pretendem entrar neste setor de atividade, integrando uma rede de negócios segura e em franco crescimento.</div><div>Trata-se de um espaço privilegiado como ponto de encontro de investidores, empresários, técnicos, organismos públicos e consumidor final, o SIL realiza-se em simultâneo com a Intercasa, o Lisboa Design Show e o Vintage Festival.</div><div>Caso queira visitar este evento descarregue  o seu convite.</div><div>Aguardamos a sua visita ao nosso expositor 2easy®, onde poderemos apresentar-lhe a nossa marca e as duas soluções de negócio de baixo investimento que disponibilizamos, bem como a campanha exclusiva do Salão Imobiliário para as novas adesões à Rede de Agências Associadas 2easy®.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_c97f1c151b4443c193edec13a945f231~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Casas com preços mais altos desde 2010 e vendas disparam 30%</title><description><![CDATA[Os preços das casas em Portugal estão em máximos de quase seis anos. O índice de preços da habitação em Portugal, calculado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), chegou no segundo trimestre deste ano ao ponto mais elevado desde o terceiro trimestre de 2010 e as vendas subiram quase 30%.Segundo os dados do INE, revelados esta terça-feira, o índice de preços da habitação fixou-se nos 99,58 pontos, correspondendo assim ao valor mais elevado desde o final de 2010. No segundo trimestre, este<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_2f219550040744dfab3e8abbf71390ea%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/5a11f1_2f219550040744dfab3e8abbf71390ea%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/21/Casas-com-pre%C3%A7os-mais-altos-desde-2010-e-vendas-disparam-30</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/21/Casas-com-pre%C3%A7os-mais-altos-desde-2010-e-vendas-disparam-30</guid><pubDate>Wed, 21 Sep 2016 14:31:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_2f219550040744dfab3e8abbf71390ea~mv2.jpg"/><div>Os preços das casas em Portugal estão em máximos de quase seis anos. O índice de preços da habitação em Portugal, calculado pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), chegou no segundo trimestre deste ano ao ponto mais elevado desde o terceiro trimestre de 2010 e as vendas subiram quase 30%.</div><div>Segundo os dados do INE, revelados esta terça-feira, o índice de preços da habitação fixou-se nos 99,58 pontos, correspondendo assim ao valor mais elevado desde o final de 2010. No segundo trimestre, este indicador avançou 6,3%, face ao período homólogo.</div><div>&quot;Os alojamentos existentes mostraram, pelo segundo trimestre consecutivo, uma taxa de variação dos preços superior ao observado para os alojamentos novos (3,5% contra 2,1%, respetivamente [face ao primeiro trimestre do ano])&quot;, aponta ainda o INE.</div><div>As taxas de variação homóloga foram de 8,5% e 1,5%, por sua vez. &quot;No caso dos alojamentos existentes, a taxa de variação homóloga é a mais alta da série disponível&quot;, acrescenta o INE.</div><div>Vendas disparam 30%</div><div>No período em análise, foram transacionados 31.768 alojamentos, uma subida de 29,6% face ao período homólogo e de 7,8% em relação ao trimestre anterior. </div><div>A maior fatia de operações (26.329) foi realizada com casas usadas, ou seja 82,9% do total. &quot; As transacções de alojamentos existentes aumentaram 34,5% e os alojamentos novos 10,2%&quot;, em comparação com o período homólogo.</div><div>Lisboa concentra mais de um terço dos negócios</div><div>O total de transações realizadas ascendeu a 3,7 mil milhões de euros, um máximo desde o quarto trimestre de 2010. O montante aumentou 29,4% em termos homólogos e 8,6% por comparação com o trimestre anterior. &quot;Esta dinâmica reflecte sobretudo o incremento das vendas de alojamentos existentes&quot;, volta a sublinhar o INE.</div><div>A Área Metropolitana de Lisboa &quot;concentrou 35,6% do número de alojamentos transaccionados entre abril e junho de 2016 (11.311 transacções), o que representa um acréscimo de 2,3 pontos percentuais face ao observado no mesmo período do ano anterior e um novo máximo para o valor das vendas na série disponível&quot;, conclui o INE.</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>IHRU lança linha de crédito para reabilitação de habitação social</title><description><![CDATA[O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) lançou uma linha de crédito destinada a apoiar os proprietários em edifícios constituídos em propriedade horizontal e, nos quais, também o Instituto seja proprietário de parte das frações.Apresentado no mês de agosto, este programa de financiamento foi desenvolvido com o objetivo de incentivar a reabilitação e conservação de edifícios de habitação social, onde também o IHRU seja proprietário, e apoiar os condóminos nesse encargo.A linha de<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_99b58c90cf8e4ecfa833339eb232cdc3%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/09/IHRU-lan%C3%A7a-linha-de-cr%C3%A9dito-para-reabilita%C3%A7%C3%A3o-de-habita%C3%A7%C3%A3o-social</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/09/IHRU-lan%C3%A7a-linha-de-cr%C3%A9dito-para-reabilita%C3%A7%C3%A3o-de-habita%C3%A7%C3%A3o-social</guid><pubDate>Fri, 09 Sep 2016 09:26:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_99b58c90cf8e4ecfa833339eb232cdc3~mv2.jpg"/><div>O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) lançou uma linha de crédito destinada a apoiar os proprietários em edifícios constituídos em propriedade horizontal e, nos quais, também o Instituto seja proprietário de parte das frações.</div><div>Apresentado no mês de agosto, este programa de financiamento foi desenvolvido com o objetivo de incentivar a reabilitação e conservação de edifícios de habitação social, onde também o IHRU seja proprietário, e apoiar os condóminos nesse encargo.</div><div>A linha de crédito arranca com uma dotação inicial de dois milhões de euros, garantidos por recursos próprios do IHRU, e funcionará com uma taxa fixa de 1% que pode atingir o montante máximo de 15 mil euros. O prazo de reembolso é acordado com o mutuário, variando entre os 5 e os 12 anos.</div><div>Este programa destina-se a financiar os encargos com as obras a realizar pelos condomínios nas denominadas partes comuns dos edifícios, nomeadamente coberturas, fachadas, janelas, átrios de entrada e zonas de circulação comum, elevadores e redes comuns de água, eletricidade, gás, esgotos, telecomunicações e televisão.</div><div>O IHRU disponibiliza na sua página da internet um simulador que permite calcular o valor das prestações consoante o montante do crédito e o prazo de reembolso pretendido. A título de exemplo, para um empréstimo de 5 mil euros a 12 anos, o proprietário terá de suportar uma prestação mensal de 37 euros.</div><div>Para obter mais informações sobre este programa de financiamento visite o portal da habitação. Os interessados podem também contactar o IHRU, através do e-mail <a href="mailto:ihru@ihru.pt?subject=">ihru@ihru.pt</a>, devendo indicar o município onde se localiza o edifício a reabilitar.</div><div>Fonte: Vida Imobiliária</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arrendamento jovem: Já podes candidatar-te ao Porta 65. Fica a saber tudo sobre o programa</title><description><![CDATA[O período de candidaturas ao Programa Porta 65 Jovem relativo à terceira fase de 2016 vai decorrer entre 20 de setembro e 7 de outubro. Trata-se de uma iniciativa do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) que apoia o arrendamento de habitação para residência permanente e que tem como beneficiários jovens que tenham entre 18 e 30 anos, jovens em coabitação, jovens casais ou em união de facto (um dos elementos pode ter até 32 anos).O Programa Porta 65 Jovem atribui uma percentagem do<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_69279cf02cb2411eb4f2ecb5793f8ea6%7Emv2.png/v1/fill/w_626%2Ch_443/5a11f1_69279cf02cb2411eb4f2ecb5793f8ea6%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/08/Arrendamento-jovem-J%C3%A1-podes-candidatar-te-ao-Porta-65-Fica-a-saber-tudo-sobre-o-programa</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/08/Arrendamento-jovem-J%C3%A1-podes-candidatar-te-ao-Porta-65-Fica-a-saber-tudo-sobre-o-programa</guid><pubDate>Thu, 08 Sep 2016 09:48:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_69279cf02cb2411eb4f2ecb5793f8ea6~mv2.png"/><div>O período de candidaturas ao Programa Porta 65 Jovem relativo à terceira fase de 2016 vai decorrer entre 20 de setembro e 7 de outubro. Trata-se de uma iniciativa do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) que apoia o arrendamento de habitação para residência permanente e que tem como beneficiários jovens que tenham entre 18 e 30 anos, jovens em coabitação, jovens casais ou em união de facto (um dos elementos pode ter até 32 anos).</div><div>O Programa Porta 65 Jovem atribui uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal e tem quatro períodos de candidatura por ano. Na última fase, que decorreu entre 28 de abril e 31 de maio, o IHRU atribuiu subvenção a 5.667 jovens.</div><div>Clica neste<a href="http://www.portaldahabitacao.pt/pt/porta65j/">link</a>para saberes mais informações sobre o Programa Porta 65 Jovem, como por exemplo os requisitos para te poderes candidatar.</div><div>Fonte: Idealista News</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Alterações à renda apoiada entram parcialmente em vigor</title><description><![CDATA[As alterações ao regime do arrendamento apoiado que visam "uma maior justiça social" entraram dia 01 de Setembro em vigor, mas alguns senhorios de habitação social, nomeadamente o IHRU e a Câmara do Porto, vão só aplicá-las no início do próximo ano. Já a Câmara de Lisboa - a maior senhoria de habitação social do país com cerca de 23 mil fogos - vai implementar já as novas medidas e não vai esperar por 2017, afirmou o presidente da autarquia, Fernando Medina. Em resposta à agência Lusa, fonte<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_7fae6216cbe4439da185cb3eb752be56%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/5a11f1_7fae6216cbe4439da185cb3eb752be56%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/05/Altera%C3%A7%C3%B5es-%C3%A0-renda-apoiada-entram-parcialmente-em-vigor</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/09/05/Altera%C3%A7%C3%B5es-%C3%A0-renda-apoiada-entram-parcialmente-em-vigor</guid><pubDate>Mon, 05 Sep 2016 09:49:17 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_7fae6216cbe4439da185cb3eb752be56~mv2.jpg"/><div>As alterações ao regime do arrendamento apoiado que visam &quot;uma maior justiça social&quot; entraram dia 01 de Setembro em vigor, mas alguns senhorios de habitação social, nomeadamente o IHRU e a Câmara do Porto, vão só aplicá-las no início do próximo ano.  Já a Câmara de Lisboa - a maior senhoria de habitação social do país com cerca de 23 mil fogos - vai implementar já as novas medidas e não vai esperar por 2017, afirmou o presidente da autarquia, Fernando Medina.  Em resposta à agência Lusa, fonte oficial da Câmara do Porto - autarquia que tem cerca de 13 mil casas sociais - disse que o novo diploma &quot;está a ser analisado e será aplicado no prazo previsto na própria lei, isto é, a partir da entrada em vigor do orçamento para 2017&quot;.  Com uma situação semelhante, o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU), que gere 11.386 habitações sociais um pouco por todo o país, indicou que a revisão do valor da renda apoiada deverá acontecer, &quot;em princípio&quot;, a 01 de janeiro de 2017, aquando da entrada em vigor do próximo Orçamento do Estado.  O novo diploma entrou em vigor dia 01 de setembro e abrange os cerca de 120 mil fogos sociais existentes no país, porém as disposições de que resulte impacto no orçamento do IHRU e de outras entidades públicas &quot;produzem efeitos com a aprovação dos subsequentes orçamentos&quot;.  Esta é a primeira alteração à atual lei do arrendamento apoiado, regime que entrou em vigor há cerca de um ano e meio - a 01 de março de 2015 - e que foi desde o início contestado pelos moradores dos bairros sociais devido ao aumento das rendas e à facilitação dos despejos. Ao longo do trabalho de alteração da lei, que começou em fevereiro deste ano, no âmbito do grupo parlamentar de trabalho de Habitação, estiveram em cima da mesa projetos do PCP, BE e PS para revisão do regime do arrendamento apoiado, bem como projetos do PSD e CDS-PP para avaliar a aplicação da atual lei.  O texto final de alteração do regime do arrendamento apoiado foi aprovado em julho na Assembleia da República, fixando o rendimento mensal líquido como a base de cálculo das rendas em vez do rendimento mensal bruto, de forma a permitir uma redução do valor das rendas para alguns inquilinos.  De acordo com uma simulação da Câmara de Lisboa, apresentada no grupo parlamentar de trabalho de Habitação, um casal com três filhos com um rendimento bruto de 1.915,83 euros pagava 445,49 euros de renda, agora que a lei utiliza o rendimento líquido de impostos (1.348,81 euros) a renda reduz para 193,86 euros, o que representa menos 251,63 euros.  Entre as alterações ao regime do arrendamento apoiado encontra-se ainda a redução da taxa de esforço máxima de 25% para 23% do rendimento mensal corrigido do agregado familiar do arrendatário. A nível dos despejos, o novo diploma indica que os agregados com &quot;efetiva carência habitacional são previamente encaminhados para soluções legais de acesso à habitação ou para prestação de apoios habitacionais&quot;.  O novo diploma introduz também &quot;o princípio do tratamento mais favorável&quot; para que da aplicação das alterações à lei nunca resulte um valor de renda superior ao que resultaria da aplicação da anterior redação da lei. Ainda assim, fonte da Câmara do Porto afirmou à Lusa que &quot;com a nova lei haverá rendas que baixam e rendas que aumentam&quot;, acrescentando que a autarquia vai continuar a usar as prerrogativas legais para limitar os aumentos.  Questionada sobre a perda de receita com a redução do valor das rendas, a Câmara do Porto disse que espera que &quot;a maioria parlamentar consagre verba orçamental para o esforço acrescido que é exigido aos municípios&quot;, revelando que a receita anual de rendas arrecadadas pelo município é de &quot;cerca de 9 milhões de euros&quot;.  A Lusa também questionou a Câmara de Lisboa e o IHRU sobre a perda de receita de rendas, mas até ao momento não obteve resposta.</div><div>Fonte: Agência LUSA</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>27 Dicas Para criar a Sua Agência de Mediação Imobiliária de Sucesso</title><description><![CDATA[Selecionei 27 Dicas para criar a Sua Agência de Mediação Imobiliária de Sucesso com base na minha experiência de 11 anos nesta atividade, uma parte como franqueado de uma rede imobiliária, outra como Diretor Geral da 2easy, Uma Imobiliária, Duas Soluções, no mercado desde Maio de 2012 e a funcionar em regime de Franchising desde 2013. Você terá que ser empreendedor. A sua “veia” de empresário é um dos principais requisitos nesta viagem pelo mundo da Gestão de uma Agência de Mediação Imobiliária<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f2619dc7b3964c0090e283cd4a7db825%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_438/5a11f1_f2619dc7b3964c0090e283cd4a7db825%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Carlos Camacho</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/19/27-Dicas-Para-criar-a-Sua-Ag%C3%AAncia-de-Media%C3%A7%C3%A3o-Imobili%C3%A1ria-de-Sucesso</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/19/27-Dicas-Para-criar-a-Sua-Ag%C3%AAncia-de-Media%C3%A7%C3%A3o-Imobili%C3%A1ria-de-Sucesso</guid><pubDate>Fri, 19 Aug 2016 17:44:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_f2619dc7b3964c0090e283cd4a7db825~mv2.jpg"/><div>Selecionei 27 Dicas para criar a Sua Agência de Mediação Imobiliária de Sucesso com base na minha experiência de 11 anos nesta atividade, uma parte como franqueado de uma rede imobiliária, outra como Diretor Geral da 2easy, Uma Imobiliária, Duas Soluções, no mercado desde Maio de 2012 e a funcionar em regime de Franchising desde 2013.</div><div>Você terá que ser empreendedor. A sua “veia” de empresário é um dos principais requisitos nesta viagem pelo mundo da Gestão de uma Agência de Mediação Imobiliária (AMI)Você terá que saber as regras básicas da liderança. Se não é um líder nato, terá que aprender e desenvolver as suas competências nesta área.Você deverá estar consciente de que não vai trabalhar com imóveis. A sua principal função é Recrutar, Formar e Motivar pessoas. Em suma, gerir Recursos Humanos. Ter uma Agência de Mediação Imobiliária de Sucesso é, sobretudo, ser bom Gestor de Recursos Humanos.Você deverá saber que, mesmo estando no ramo imobiliário há anos, como Staff ou Consultor, a forma como um Diretor de Agência vê a atividade é diferente da forma a que você está habituado. É uma outra perspetiva. Você terá, obrigatoriamente, que mudar o “Chip” e passar a ler e a interpretar uma Agência de Mediação Imobiliária de outra forma.Você terá que estar em condições de ouvir, ouvir, ouvir, ouvir e ter recetividade para pensar “fora da caixa”. Esteja recetivo a ideias novas.Você terá que ter, numa fase inicial, formação específica para a função de Gerente / Director de uma Agência de Mediação Imobiliária. Quanto mais depressa aprender e souber como tudo isso se faz, mais depressa atinge o Break-Even da Agência e começa a ganhar dinheiro.Você terá que entrar para este negócio com dinheiro. A sua “almofada financeira” deverá assegurar o bom funcionamento da agência e a tranquilidade necessária para desenvolver o seu negócio, sem entrar em desespero por resultados que poderão não aparecer de imediato. Um dos principais inimigos do sucesso de uma Agência de Mediação Imobiliária é a falta de recursos financeiros na fase inicial originando ansiedade e desespero.Você terá que ter conhecimento de todos os requisitos legais para poder ter uma Agência de Mediação Imobiliária, desde a sua criação até às exigências para a manutenção na atividade.Você terá que saber encontrar alguém a quem recorrer quando tem dúvidas na resolução de uma qualquer situação. Numa fase inicial as dúvidas são muitas e poder contar com a ajuda de alguém experiente é fundamental.Você terá que saber recrutar e reter pessoas. Esta é a área mais sensível no crescimento de uma Agência de Mediação Imobiliária e a que mais trabalho dá. Por dar tanto trabalho criam-se “facilitismos” que originam “erros de casting”, causando situações delicadas.Você terá que criar um plano de formação global para a sua Agência de Mediação Imobiliária. Sem formação, não há hipótese de crescimento sustentado. Não conseguirá evoluir.Você terá que saber escolher o seu mercado. Um diretor de uma Agência de Mediação Imobiliária terá, obrigatoriamente, que conhecer a sua zona geográfica e o mercado alvo.Você terá que saber quais os seus principais concorrentes na sua zona geográfica de atuação.Você precisa de saber que “inventar a sua própria roda” aumentará significativamente a probabilidade de fracasso. É fácil ceder à tentação e tentar inventar uma roda nova, fazer as coisas “à minha maneira”. Esgotam-se o tempo, o ânimo e o dinheiro enquanto dura este estado de graça.Você terá que ter formação contínua. Se a formação inicial é importante, a formação contínua é absolutamente obrigatória. Sendo o mercado imobiliário imperfeito e muito dinâmico, se fizer sempre as mesmas coisas vai ter resultados cada vez mais fracos com o passar do tempo.Você terá que saber construir a sua Marca. Terá que fazer um difícil percurso na construção da sua própria Marca, cimentando-a no seu mercado alvo.Você terá que saber que tudo o que possa acontecer de menos bom na sua Agência terá a ver, sobretudo, com falhas relativas ao seu desempenho e não ao desempenho dos outros. Não há desculpas.Você terá que estar preparado para muitos nãos, para ser resiliente. As coisas não acontecem à primeira, imediatamente. É preciso insistir, e insistir, e insistir… .Você terá que se rodear das pessoas certas. Numa fase inicial são frequentes os erros de contratação do Staff, tendo em conta a inexperiência no cargo.Você deverá criar o sítio da sua empresa na Internet e registar a sua marca, para além de contratar com os diversos portais de divulgação imobiliária disponíveis. A promoção dos imóveis representados pela sua Agência de Mediação Imobiliária é uma das molas reais do seu negócio.Você terá que desenvolver parcerias estratégicas com entidades e instituições. Vai ter que “desbravar esta floresta”, obrigatoriamente.Você terá que saber construir uma “hierarquia de necessidades” para evitar gastos supérfluos. Numa fase inicial e sem experiência, é fácil gastar dinheiro em ofertas obsoletas e deitar por terra a sustentabilidade financeira exigida.Você terá que saber qual o local mais apropriado para a abertura da sua Agência de Mediação Imobiliária, tendo em conta os prós e contras dos possíveis locais.Você terá que desenvolver o Marketing global da sua Agência. Por muito bem que trabalhe, os seus futuros clientes terão que ter conhecimento de que você existe.Você terá que ler os livros certos, mais do que uma vez.Você deverá saber que nesta atividade uma parte dos concorrentes são nossos parceiros, tendo todos a ganhar com isso. Quanto mais parcerias conseguir fazer, resultados terá.Você terá que saber que o Sucesso da sua Agência de Mediação Imobiliária depende de um conjunto de fatores que estão maioritariamente ligados ao desenvolvimento das suas competências. Os fatores externos negativos que você não vai conseguir controlar existem mas não são preponderantes para o Sucesso da Sua Agência de Mediação Imobiliária.</div><div>Espero que estas dicas sejam importantes para que consiga desenvolver a sua Agência de Mediação Imobiliária com Sucesso.</div><div>Carlos Camacho</div><div> Diretor Geral 2easy</div><div> www.2easy.pt</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Algarve é o melhor sítio do mundo para passar a reforma</title><description><![CDATA[Pelo 3º ano consecutivo, o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para passar a reforma, pela Live and Invest Overseas.Todos os anos a publicação faz um ranking dos melhores sítios do mundo para se ser reformado, e o Algarve lidera pelo 3º ano consecutivo, já que tem «tudo o que um reformado pode desejar: ótimo clima e muito sol o ano todo, uma acolhedora comunidade de estrangeiros, excelentes instalações médicas, um custo de vida acessível, propriedades baratas e viradas para o mar, um novo<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ab0c2de9323643b2b5265137c34a2f9f%7Emv2.jpg/v1/fill/w_610%2Ch_309/5a11f1_ab0c2de9323643b2b5265137c34a2f9f%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/16/Algarve-%C3%A9-o-melhor-s%C3%ADtio-do-mundo-para-passar-a-reforma</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/16/Algarve-%C3%A9-o-melhor-s%C3%ADtio-do-mundo-para-passar-a-reforma</guid><pubDate>Tue, 16 Aug 2016 11:01:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ab0c2de9323643b2b5265137c34a2f9f~mv2.jpg"/><div>Pelo 3º ano consecutivo, o Algarve foi eleito o melhor lugar do mundo para passar a reforma, pela Live and Invest Overseas.</div><div>Todos os anos a publicação faz um ranking dos melhores sítios do mundo para se ser reformado, e o Algarve lidera pelo 3º ano consecutivo, já que tem «tudo o que um reformado pode desejar: ótimo clima e muito sol o ano todo, uma acolhedora comunidade de estrangeiros, excelentes instalações médicas, um custo de vida acessível, propriedades baratas e viradas para o mar, um novo programa de residência para aposentados estrangeiros e bons acessos à Europa», pode ler-se no guia citado pelo DV.</div><div>Este índice analisa 12 critérios principais, nomeadamente clima, custo de vida, fluência em inglês, condições ambientais, existência de uma comunidade de expatriados, cuidados de saúde, infraestruturas, imobiliário, opções de habitação, segurança e impostos.</div><div>O Algarve destacou-se particularmente pela saúde, seguida pela segurança e pelas atividades de lazer, graças às praias e campos de golfe da exposição.</div><div>A La Valletta, capital de Malta, ficou no 2º lugar da lista dos melhores sítios do mundo para se passar a reforma, seguida por Purto Vallarta, no México. Fazem ainda parte do top 10 Belize, Eslovénia, Malásia, Grécia e República Dominicana. </div><div>Fonte: Vida Imobiliária</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Casas que apanham sol pagam mais IMI.</title><description><![CDATA[O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários criticou a introdução de novos critérios e os sucessivos aumentos no IMI.A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) considerou hoje "gravíssima" a variação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) consoante a exposição solar ou a qualidade ambiental da habitação, afirmando que este incremento na tributação vai gerar "valores absolutamente incomportáveis".O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, Luís Menezes Leitão, disse<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e6698507d2ce4b4f8b3bc196598da31f%7Emv2_d_2592_1944_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy®</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/02/Casas-que-apanham-sol-pagam-mais-IMI</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/08/02/Casas-que-apanham-sol-pagam-mais-IMI</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2016 10:16:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_e6698507d2ce4b4f8b3bc196598da31f~mv2_d_2592_1944_s_2.jpg"/><div>O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários criticou a introdução de novos critérios e os sucessivos aumentos no IMI.</div><div>A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) considerou hoje &quot;gravíssima&quot; a variação do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) consoante a exposição solar ou a qualidade ambiental da habitação, afirmando que este incremento na tributação vai gerar &quot;valores absolutamente incomportáveis&quot;.</div><div>O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, Luís Menezes Leitão, disse que a introdução de novos critérios no IMI é &quot;mais uma surpresa&quot; do atual Governo e criticou os sucessivos aumentos da tributação sobre imóveis.</div><div>O representante dos proprietários declarou que é contra a introdução de novos critérios na tributação dos imóveis, acrescentando que tal &quot;não faz sentido absolutamente nenhum&quot;.</div><div>&quot;A ideia de tributar um património já de si é gravíssima, porque o património pode não gerar qualquer rendimento e as pessoas em última análise até podem perder os seus imóveis, em consequência de estarem a ser tributados por um património que não gera rendimentos, designadamente quando é para habitação própria&quot;, defendeu Luís Menezes Leitão.</div><div>O presidente da Associação Lisbonense de Proprietários frisou que as pessoas que ainda estão a pagar a casa ao banco podem ver-se confrontadas com &quot;reavaliações brutais do valor do imóvel, que não correspondem àquilo que esperavam&quot;.</div><div>Menezes Leitão lembrou a conquista conseguida com a reforma da tributação de 2003, que terminou com &quot;uma tributação absolutamente expropriatória dos valores dos imóveis&quot;, lamentando que o que se tenha vindo a verificar depois sejam &quot;sucessivos incrementos&quot;.</div><div>&quot;O mais brutal de todos é o coeficiente de localização&quot;, apontou.</div><div>Segundo o presidente da Associação Lisbonense de Proprietários, o aumento do &quot;coeficiente de qualidade e conforto&quot; estava previsto na lei para ser uma medida excecional, pelo que critica a introdução de características como a exposição solar ou a qualidade ambiental da habitação para efeitos de tributação.</div><div>Com estes novos critérios vai tornar-se &quot;praticamente impossível para a maior parte das pessoas ter um imóvel&quot;, reforçou Menezes Leitão.</div><div>O IMI pode aumentar ou diminuir consoante a exposição solar ou a qualidade ambiental da habitação, segundo um diploma publicado hoje em Diário da República que aumenta a variação máxima prevista para o coeficiente de 'localização e operacionalidade relativas'.</div><div>O decreto-lei n.º41/2016, publicado esta segunda-feira, introduz uma alteração ao Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, no coeficiente de &quot;localização e operacionalidade relativas&quot;, um dos elementos que influenciam (aumentando ou diminuindo) o coeficiente de qualidade e conforto, que é tido em conta no cálculo do valor patrimonial tributário, base à qual é aplicada a taxa de IMI.</div><div>O diploma define agora que o coeficiente de 'localização e operacionalidade relativas' possa ser aumentado até 20% ou diminuído até 10%, caso fatores como a exposição solar, o piso ou a qualidade ambiental sejam considerados positivos ou negativos.</div><div>Até aqui, o código do IMI previa que o coeficiente de 'localização e operacionalidade relativas' tivesse uma ponderação máxima de 5%, o que significava que estes elementos podiam aumentar ou diminuir o coeficiente até esse valor.</div><div>O decreto-lei entra em vigor na terça-feira, dia 2 de agosto, mas, como explicou o fiscalista Ricardo Reis, da consultora Deloitte, este aumento (ou diminuição) do IMI só vai ocorrer quando o prédio for avaliado.</div><div>FONTE: Diário de Notícias</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Prédios em zonas históricas têm de pagar IMI</title><description><![CDATA[Em resposta a uma questão colocada pelos Verdes, o ministro das Finanças Mário Centeno disse que não pode haver uma isenção generalizada no pagamento de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) por parte de imóveis localizados em zonas históricas, já que a situação provocaria uma quebra de receita significativa.Segundo o Jornal de Notícias, a isenção deverá ser avaliada caso a caso e não de forma generalizada. Em causa está uma norma legal que isenta os prédios classificados como monumentos<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cb4c23763a7d4df2acf1acdfb6d84bbf%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy®</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/29/Pr%C3%A9dios-em-zonas-hist%C3%B3ricas-t%C3%AAm-de-pagar-IMI</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/29/Pr%C3%A9dios-em-zonas-hist%C3%B3ricas-t%C3%AAm-de-pagar-IMI</guid><pubDate>Fri, 29 Jul 2016 10:54:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_cb4c23763a7d4df2acf1acdfb6d84bbf~mv2.jpg"/><div>Em resposta a uma questão colocada pelos Verdes, o ministro das Finanças Mário Centeno disse que não pode haver uma isenção generalizada no pagamento de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) por parte de imóveis localizados em zonas históricas, já que a situação provocaria uma quebra de receita significativa.</div><div>Segundo o Jornal de Notícias, a isenção deverá ser avaliada caso a caso e não de forma generalizada. Em causa está uma norma legal que isenta os prédios classificados como monumentos nacionais e os prédios individualmente classificados como de interesse público ou de interesse municipal de pagar IMI.</div><div>Contrariamente a entendimentos em tempos assumidos pelo Fisco e até mesmo defendidos em acórdãos de tribunais superiores, as Finanças vêm agora dizer que não é possível aplicar uma isenção genérica para todos os imóveis que se encontrem em zonas classificadas.</div><div>Respondendo a uma questão sobre o assunto colocada pelo grupo parlamentar de Os Verdes, o Ministério das Finanças considera que “uma isenção genérica levaria a dificuldades práticas significativas”, nomeadamente na região do Alto Douro vinhateiro, que tem 24.600 hectares classificados em 13 conselhos, escreve a publicação. Por outro lado, uma isenção automática comprometeria parte significativa da receita do imposto, que vai para os cofres das autarquias.</div><div>De acordo com o Jornal de Negócios, desde 2010 que as Finanças começaram a ter um entendimento diferente do que apresentavam até então e passaram a considerar que apenas os prédios classificados individualmente estava isentos. Isso apesar de estarem integrados numa zona classificada, por exemplo um centro histórico.</div><div>Os moradores, por seu turno, consideram que o centro histórico, classificado como tal, deve ser entendido como um todo, e não prédio a prédio.</div><div>FONTE: Idealista</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Transacções de casas novas registam aumento de 7,5%</title><description><![CDATA[Após quatro anos consecutivos de quedas, a transacção de casas novas volta a subir 7,5% em 2015. Apesar disso, a habitação usada foi a que mais se vendeu no último ano, os quais continuaram a evidenciar uma aceleração no ritmo de vendas (6,5%, 9,8% e 33,6%, em 2013, 2014 e 2015, respectivamente). Globalmente, os alojamentos vendidos aumentaram 27,4% em 2015 (+5,6% no ano anterior).De acordo com os últimos dados divulgados esta semana pelo INE - Instituto Nacional de Estatística, o valor dos<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ce9045dd104d44eaa147763a4199736d%7Emv2.jpg/v1/fill/w_288%2Ch_352/5a11f1_ce9045dd104d44eaa147763a4199736d%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy®</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/21/Transac%C3%A7%C3%B5es-de-casas-novas-registam-aumento-de-75</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/21/Transac%C3%A7%C3%B5es-de-casas-novas-registam-aumento-de-75</guid><pubDate>Thu, 21 Jul 2016 11:31:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_ce9045dd104d44eaa147763a4199736d~mv2.jpg"/><div>Após quatro anos consecutivos de quedas, a transacção de casas novas volta a subir 7,5% em 2015. Apesar disso, a habitação usada foi a que mais se vendeu no último ano, os quais continuaram a evidenciar uma aceleração no ritmo de vendas (6,5%, 9,8% e 33,6%, em 2013, 2014 e 2015, respectivamente). Globalmente, os alojamentos vendidos aumentaram 27,4% em 2015 (+5,6% no ano anterior).</div><div>De acordo com os últimos dados divulgados esta semana pelo INE - Instituto Nacional de Estatística, o valor dos alojamentos transaccionados em 2015 atingiu um montante próximo dos 12,5 mil milhões de euros, mais 2,9 mil milhões que em 2014.</div><div>Após a interrupção em 2014 da tendência de decréscimo verificada nos anos anteriores, o Índice de preços da habitação continuou a crescer mas a um ritmo menos intenso, tendo-se registado um aumento do nível dos preços de 3,1% em 2015, -1,2 p.p. que o observado no ano anterior.</div><div>Já o valor médio de avaliação bancária de habitação acentuou o seu ritmo de crescimento, fixando-se em +2,6%, mais 2,3 p.p. que a taxa atingida em 2014.</div><div>Fonte: Diário Imobiliário</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Número de fogos licenciados volta a crescer pela primeira vez em quinze anos</title><description><![CDATA[Em 2015, o número de fogos licenciados aumentou pela primeira vez desde 2000, tendo sido licenciados 12.801 fogos, ou seja, mais 11,1% que no ano anterior (-1,5% em 2014), revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).Segundo este organismo, para este aumento contribuiu sobretudo o número de fogos licenciados em construções novas para habitação familiar, que aumentou 19,1% face ao ano anterior. Entre os novos fogos, a tipologia predominante continuou a ser o T3.Já o número de edifícios cuja<img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_4cce1a08710b453589198f57bc42cade%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>2easy®</dc:creator><link>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/19/N%C3%BAmero-de-fogos-licenciados-volta-a-crescer-pela-primeira-vez-em-quinze-anos</link><guid>https://2easyportugal.wixsite.com/2easy/single-post/2016/07/19/N%C3%BAmero-de-fogos-licenciados-volta-a-crescer-pela-primeira-vez-em-quinze-anos</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2016 14:17:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5a11f1_4cce1a08710b453589198f57bc42cade~mv2.jpg"/><div>Em 2015, o número de fogos licenciados aumentou pela primeira vez desde 2000, tendo sido licenciados 12.801 fogos, ou seja, mais 11,1% que no ano anterior (-1,5% em 2014), revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).</div><div>Segundo este organismo, para este aumento contribuiu sobretudo o número de fogos licenciados em construções novas para habitação familiar, que aumentou 19,1% face ao ano anterior. Entre os novos fogos, a tipologia predominante continuou a ser o T3.</div><div>Já o número de edifícios cuja construção foi licenciada em 2015 decresceu 4,2 % face a 2014 (-5,3% em 2014), cifrando-se nos 14.917 edifícios; um valor que traduz contudo um atenuar da tendência de redução registada desde 2000, sublinha o INE. Uma vez mais, os edifícios para construção nova continuaram predominar, representando 63,7% do total de edifícios licenciados em 2015, vendo o seu peso aumentar em relação a 2014 (58,2% do total). Por contraposição, as obras correspondentes a reabilitação de edifícios viram o seu peso diminuir em 2015 para 28,6%, quando em 2014 o seu peso era de 33,8% do total.</div><div>No que diz respeito às obras concluídas, em 2015 registou-se um decréscimo de 19,2% no número de edifícios concluídos (comparando com uma quebra de 12% em 2014), para os 10.972. Este movimento verificou-se também em relação ao número de fogos concluídos em 2015 (cerca de 9.000), que caiu 25,7% face ao ano anterior (-21,6% em 2014). Os fogos inseridos em construção nova para habitação familiar decresceram 25,4% no ano passado, continuando a predominar as tipologias T2 ou T3 em todas as regiões.</div><div>Ao mesmo tempo, o número de casas vendidas em Portugal aumentou significativamente em 2015: 27,5%, com o INE a justificar este movimento com um “forte crescimento das vendas de alojamentos existentes e, em menor grau, do aumento das vendas de alojamentos novos”. No ano passado, o mercado de compra e venda de casa gerou um volume de vendas próximo dos 12.500 milhões de euros, mais 2.900 milhões que em 2014, acompanhado de uma subida do índice de preços, que aumentaram em média 3,1%.</div><div>Fonte: Vida Imobiliária</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>